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<title>Clickweb Agência Digital</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/</link>
<description>Desenvolvimento web | Criação de sites (Agências em Curitiba e Londrina), transmissão de eventos na web e hospedagem de sites. Londrina, Curitiba, Paraná, Brasil.</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Clickweb Agência Digital - Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>Clickweb</title>
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<title>Não é só um avatar: imagem e reputação nas mídias sociais</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4461/nao-e-so-um-avataru-imagem-e-reputacao-nas-midias-sociais.html</link>
<description><![CDATA[<p>Uns são heavy users. Outros usam moderadamente. Há os com o dilema de entrar ou não. E muitos nem sabem do que se trata. </p><p>
</p><p>
A verdade é que ninguém é um oráculo em mídias sociais. Existem, sim, os que se debruçam a estudar e entender a atuação de indivíduos on-line, mas, por ser uma questão relativamente nova, todos estamos descobrindo sobre esse fenômeno.</p><p>
</p><p>
É importante destacar que profissionais e organizações que atuam ou que pensam em atuar nas mídias sociais devem ter um olhar estratégico, depurado e racional, diferentemente da grande massa que utiliza os meios sociais virtuais mais despropositadamente, como forma de interação entre amigos, familiares, novos relacionamentos pessoais etc. É imperativo estar na web, pois nela está o extrato de consumidores, influenciadores, críticos e toda uma sorte de impactos positivos e negativos à imagem e à reputação.</p><p>
</p><p>
Ao contrário do que algumas empresas e profissionais ainda pensam, não se trata apenas de marcar presença, abrir uma conta, definir um avatar e escrever algo. Trata-se da interação estratégica e consistente, sem intrusão, utilizando a linguagem corrente.</p><p>
</p><p>
Se por um lado a adesão é crescente, por outro existem empresas e profissionais de todos os portes e níveis que desconhecem ou não dão crédito a essa realidade, que nem é tão nova assim. Estão cegos às benesses que a presença on-line pode lhes trazer. Se há o perigo de estar nas mídias sociais, o benefício é maior, já que as fronteiras se dissiparam e praticamente tudo está na Internet. </p><p>
</p><p>
Diferentes mídias sociais e ferramentas surgem do dia para a noite, o que não necessariamente contribui para o aumento de insucessos, já que, na maioria dos casos, os próprios usuários criam para si situações embaraçosas. Pergunte ao Alex Glikas, diretor demitido da Locaweb, e à British Petroleum (BP) se o abalo em suas imagens e reputações foi causado majoritariamente pelas redes sociais ou por suas palavras e ações, ainda que não deliberadas. </p><p>
</p><p>
Teoricamente, os profissionais ligados a comunicação e a tecnologia deveriam ter mais tato nas redes sociais, mas não é bem o que acontece. Muitos colocam à disposição de todos informações que os comprometem. Esquecem que estão no virtual, onde as paredes, as portas e as janelas são frágeis e muitas vezes nem existem.</p><p>
</p><p>
Em muitos casos, o conceito de seguidor é levado ao pé da letra, quando empresas e profissionais vasculham informações que abonem ou desabonem alguém. Por isso, cabe o cuidado com o que tornar público.</p><p>
</p><p>
O advento das mídias sociais tornou a questão da imagem e da reputação tão complexa que são criadas a cada dia novas ferramentas de monitoramento pagas e gratuitas, oportunas para extrair subsídios para criação e otimização de produtos e campanhas, pesquisas sobre público-alvo e, principalmente, para detecção de consumidores, fãs, influenciadores e destruidores; informações fundamentais e estratégicas para momentos de crise.</p><p>
</p><p>
O uso de hashtags para agrupar determinado assunto no Twitter é bem emblemático quanto o poder do indivíduo on-line. </p><p>
</p><p>
Um parêntese é que muitos entram na discussão pelo simples desejo de pertencer, de aparecer, sem saber exatamente qual a causa que se está promovendo ou demovendo. E nesse círculo estão pessoas que se esquecem de suas ligações profissionais e empresariais e "entram na onda", se prejudicando. Nesses casos, devemos parar e pensar se a opinião pública é consistente ou se é só agitação desqualificada de meia dúzia de arruaceiros. A anarquia pode custar caro.</p><p>
</p><p>
Outra questão a ser levada em consideração é de empresas, instituições, políticos e celebridades que utilizam as redes sociais de forma fria, puramente como via de mão única. Ora, não se pode querer empurrar goela abaixo o que não se quer ouvir, ler, comprar etc, ou usar essas ferramentas para inflar egos e manter o grau de egoísmo. A imagem pode parecer frágil e superficial. Os próprios termos são "mídias sociais", "novas mídias"; não é mais de um para todos, é de todos para todos. </p><p>
</p><p>
Quanto à gestão das mídias sociais, não é das tarefas mais fáceis; até um estagiário - sem nenhum tipo de desqualificação aos que desempenham muito bem a função - pode monitorar dados e informações, mas a análise deve passar por profissionais mais experientes, com conhecimentos diversificados, extrapolando a parte mais técnica e entrando na parte comportamental, humana e social. </p><p>
</p><p>
Já no que tange ao gerenciamento de crises, o mais indicado é que seja conduzido por profissionais com grande conhecimento de relações públicas, familiarizados com a web 2.0, que devem identificar a raiz dos problemas e montar estratégias de comunicação para diminuir ou estagnar os efeitos e danos à imagem, apontando à organização caminhos a serem seguidos para que a situação de embaraço não volte a se repetir.</p><p>
</p><p>
O conceito de gestão e planejamento em mídias sociais pode facilmente remeter às organizações, mas é plenamente aplicável a qualquer indivíduo, seja profissional ou não. </p><p>
</p><p>
"Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém."</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:04:35 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Sinceridade nos negócios</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4460/sinceridade-nos-negocios.html</link>
<description><![CDATA[<p>Sinceridade é uma palavra que não é utilizada com frequência no mundo dos negócios; porém, a falta dela é responsável por muitas falhas em projetos, tempo perdido e investimentos sem retorno. Em segmentos de conhecimento intensivo como o mercado de internet, há um grande "gap" de conhecimento entre o cliente e o fornecedor, e isso é um dos fatores que potencializa a "falta de sinceridade". </p><p>
</p><p>
Recentemente participei de um treinamento de vendas da Sandler Training que é baseado na conquista da confiança do cliente. Parece óbvio, porém o modelo de vendas tradicional é baseado em um jogo de interesses que não privilegia a confiança e a sinceridade. O cliente tenta obter o máximo com o menor preço, e o fornecedor tenta maximizar o valor do projeto e simplificar a entrega depois de assinado o contrato. O modelo de vendas da Sandler tem uma base mais investigativa, na qual o mais importante é ouvir o cliente e identificar suas reais necessidades.</p><p>
</p><p>
O objetivo deste artigo é levar clientes e fornecedores à reflexão sobre nossas atitudes na condução de projetos e vendas.</p><p>
Aprender com o passado</p><p>
</p><p>
Muitas pessoas não vivenciaram a crise da internet conhecida como "estouro da bolha" em 2001. Mas é importante compreender o que aconteceu para evitar repetições dos erros.</p><p>
</p><p>
Em 1997, quando a internet comercial ainda engatinhava no Brasil (e no mundo), houve o boom do mercado de desenvolvimento de sites e milhares de pessoas acreditaram que ganhariam muito dinheiro oferecendo serviços de criação de páginas para internet. O fato é que em 2001 ocorreu o fenômeno do "estouro da bolha de internet" (Ver: Wikipedia - Dot com Bubble) quando as ações das empresas pontocom despencaram e abalou todo mercado digital com demissões em massa e o fim do sonho para milhares de pessoas.</p><p>
</p><p>
O fato é que a bolha de internet se formou em torno de uma grande ilusão coletiva de que o retorno viria com o aumento da audiência nos grandes portais. Do ponto de vista da sinceridade nos negócios, a realidade é que foi criada uma falsa ilusão de prosperidade que fez grandes investidores acreditarem que teriam alto retorno sobre investimento feito em empresas pontocom.</p><p>
</p><p>
A lição que podemos tirar é que uma atitude mais investigativa e questionadora, ao invés do excesso de otimismo, traria mais clareza para decisões mais assertivas.</p><p>
</p><p>
Mercado digital atual</p><p>
</p><p>
Nos anos seguintes ao estouro da bolha de internet, os investimentos foram muito menores. Além disso, o custo de contratação de profissionais web (designers, programadores etc.) foi reduzido drasticamente devido à alta oferta de profissionais no mercado e à grande retração nos investimentos de pequenas a grandes empresas.</p><p>
</p><p>
Mas o mercado digital se recuperou e a internet se tornou o principal meio de comunicação para maioria das empresas. O site deixou de ser um mero catálogo e se tornou uma forma de relacionamento com os clientes. O e-commerce é uma das áreas em maior crescimento no mercado digital. Os blogs e as redes sociais conquistaram um grande espaço no tempo de navegação do internauta. O Google se tornou sinônimo de busca e é a porta de entrada para maioria das pessoas.</p><p>
</p><p>
O fato é que os investimentos em internet crescem a cada ano, portanto saber investir em projetos web é essencial para assegurar o maior retorno sobre investimento.</p><p>
</p><p>
Como divulgar meu site no Google?</p><p>
</p><p>
Esta simples pergunta criou um dos mercados mais promissores da internet: o Search Marketing, que são estratégias para promover seu site nos resultados de busca através dos links patrocinados ou do SEO.</p><p>
</p><p>
Há muitas empresas especializadas que oferecem serviços de gestão de campanhas de links patrocinados e otimização de sites, porém muitas produtoras web têm oferecido esse serviço sem o conhecimento adequado. Em alguns casos, a produtora oferece o serviço de SEO como "cortesia", quando na realidade não é realizada nenhuma atividade efetiva.</p><p>
</p><p>
O paradoxo é que essa falta de sinceridade em admitir que o SEO é importante e que o cliente deveria procurar uma assessoria especializada tem como resultado, em muitos casos, a perda do cliente que procura fornecedores realmente especializados em SEO.</p><p>
</p><p>
Briefing do cliente: quero um site bonito e eficaz</p><p>
</p><p>
Um briefing completo e detalhado para o desenvolvimento de um site é algo tão raro quanto um site em flash ser o primeiro do Google. Em grande parte dos projetos de desenvolvimento de sites, não há um documento descritivo das necessidades de negócios do cliente, dos objetivos de negócios do site e de outros fatores que poderiam ajudar na definição de um escopo de serviços mais assertivo.</p><p>
</p><p>
Quais são os objetivos que o site deve atingir?</p><p>
Que segmentos de negócios são mais importantes?</p><p>
Quem são os principais concorrentes?</p><p>
Quais são os principais produtos/serviços da empresa?</p><p>
Qual o prazo estimado para implantação do novo site?</p><p>
Existe verba alocada para o projeto?</p><p>
Quais são as pessoas envolvidas no processo decisório?</p><p>
</p><p>
É comum o cliente realizar várias reuniões com várias produtoras de sites, porém sem um briefing escrito e detalhado, o processo de decisão é demorado e o índice de escolhas erradas é alto.</p><p>
</p><p>
O fato é que a maioria das produtoras web elaboram propostas baseadas em poucas informações e enviam orçamentos sem ter as informações necessárias para estimar um escopo de trabalho. Qual a razão? O cliente envia um briefing pouco detalhado e, em geral, pressiona a produtora para enviar um orçamento argumentando que está na fase de decisão.</p><p>
</p><p>
"Um briefing detalhado economiza tempo e dinheiro."</p><p>
</p><p>
Agência de sites faz tudo</p><p>
</p><p>
No início da internet, os sites eram muito simples e com poucas páginas. Além disso, não existia o Google e nem as Redes Sociais. Ah! E o cliente não tinha a mínima pretensão de gerenciar o conteúdo do seu site. </p><p>
</p><p>
Atualmente, a quantidade de serviços e competências necessárias para implantar um projeto digital é muito ampla: Criação, Arquitetura de Informações, Flash, Sites dinâmicos, Joomla!, WordPress, SEO, Links Patrocinados, Redes Sociais, Facebook, Twitter, E-Commerce etc.</p><p>
</p><p>
Muitas agências digitais divulgam que são especialistas em uma grande gama de serviços, quando na realidade não possuem uma equipe capacitada e alocam recursos juniores para atividades essenciais como Links Patrocinados e SEO. É a síndrome do "FAZ TUDO"!</p><p>
</p><p>
"A agência deve focar nas suas competências essenciais."</p><p>
</p><p>
Sinceridade e confiança como base do relacionamento</p><p>
</p><p>
A solução para que os projetos sejam conduzidos da forma mais adequada é manter o foco na sinceridade e confiança no relacionamento. Erros e problemas irão surgir durante o projeto, mas podem ser contornados com flexibilidade de ambas as partes. </p><p>
</p><p>
O cliente deve estar aberto a compreender que durante o projeto podem surgir atividades não previstas - o famoso "está fora o escopo" - e a agência deve ser sincera em admitir falhas de atendimento ou avaliação de escopo de trabalho.</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:15:48 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title> Estrutura de uma ação viral: a diferença entre fórmulas e regras</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4459/-estrutura-de-uma-acao-viralu-a-diferenca-entre-formulas-e-regras.html</link>
<description><![CDATA[<p>É muito comum alguém dizer que viral não tem fórmula. Isso é verdade. Uma fórmula é algo exato, científico e preciso. Não se pode exigir isso de uma ação viral, pois ela envolve emoções e reações de pessoas, e o ser humano não cabe em fórmulas.</p><p>
</p><p>
Outras pessoas dizem que o viral é consequência de uma ação de publicidade online. Que não se pode produzir um viral, mas somente esperar que uma campanha viralize e se espalhe. Isso é só parcialmente verdade. É fato que muitas ações publicitárias, mesmo comerciais convencionais, acabam por iniciativa das pessoas, se propagando na rede e ganhando mais corpo do que seus autores imaginavam originalmente. Mas acreditar que não se pode conscientemente fazer isso é muito simplista.</p><p>
</p><p>
O fato é que estamos falando de marketing, em particular de marketing digital, e portanto temos que perseguir e garantir resultados. Embora haja elementos intangíveis e imprevisíveis em uma ação de marketing viral, não podemos simplesmente aceitar que não há método ou ciência por trás de uma boa ação de marketing viral. </p><p>
</p><p>
É verdade que ele pode ser consequência de uma ação publicitária e também que ele não tem um fórmula definida, mas estudando mais a fundo o tema, e baseado em cases de sucesso, onde houve intenção clara e bem sucedida de se implementar uma ação viral, é possível planejar e prever alguns resultados.</p><p>
</p><p>
Ações de marketing são ações práticas que visam obter maior exposição para a marca, conquistar maiores fatias do mercado e, em última análise, aumentar as vendas. Assim, temos que criar ações estruturadas e que tenham a maior chance possível de dar resultados concretos. Portanto, o maior desafio é como conseguir resultados. Mas se não temos fórmulas para utilizar, o que fazer? A resposta é simples: seguindo algumas regras.</p><p>
</p><p>
No marketing digital eu não trabalho com fórmulas, e sim regras. Regras são guias, ensinamentos, gerados pela experiência e pela análise. Regras são flexíveis e podem ser quebradas. Por isso, falo de estrutura e regras, e não de fórmulas.</p><p>
</p><p>
A ação de marketing viral pode ter muitas formas e conteúdos. A criatividade é a regra e, às vezes, é difícil enxergar a estrutura de uma ação viral olhando somente para os vídeos ou widgets que você encontra na Internet.</p><p>
</p><p>
Entretanto, uma ação de marketing viral tem uma estrutura clara. Como em toda ação de marketing digital você tem um objetivo de campanha, um público-alvo e uma mensagem para transmitir para esse público (e se não tem, faça isso primeiro, antes de tentar qualquer outra coisa. Lembre-se : Objetivo, Público-alvo, Mensagem ).</p><p>
</p><p>
A Estrutura de uma ação viral</p><p>
</p><p>
Esta estrutura de uma ação viral pode ser dividida em:</p><p>
</p><p>
A peça viral: elemento de transporte da sua mensagem. Ela pode ser um texto, um widget, um vídeo, ou qualquer outro formato online. É ela que contém a mensagem e a essência da estratégia.</p><p>
</p><p>
A rede de distribuição: rede social ou o meio por onde a peça viral será transmitida. A peça viral deve ser repassada de internauta para internauta e, portanto, você tem que definir a rede de distribuição. Ela pode ser a única rede ou só a inicial, se sua peça permitir múltiplas formas de transmissão.</p><p>
</p><p>
A semeadura: implantação da peça viral nos pontos chaves da rede. Como e onde iniciar a publicação da peça viral na rede é essencial para o sucesso.</p><p>
</p><p>
Usuários alfa: primeiros a terem contato com a mensagem e que têm mais possibilidades de propagação da mensagem inicial. Eles são as pessoas-chave que tem maior influência na rede e que são mais sensíveis à mensagem. Pode ser que isso seja inerente à rede de distribuição, ou que dependa de uma pesquisa prévia.</p><p>
</p><p>
Complementos: os complementos dão longevidade à campanha. Criar avatares, papeis de parede, músicas e outros elementos que permitam que as pessoas possam "curtir" a ação além do viral.</p><p>
</p><p>
E quais são as regras básicas do marketing viral que contribuem para que ele funcione? Se você entendeu a estrutura, fica mais fácil entender como as regras vão ajudar e muito para que você seja bem sucedido. </p><p>
</p><p>
Então, vamos às regras.</p><p>
</p><p>
Faça com que as pessoas sintam algo</p><p>
</p><p>
É muito importante que as pessoas tenham uma experiência forte e sintam fortes emoções. Você terá que se comprometer com algo e fazer com que as pessoas se sintam vivas e tenham uma reação como:</p><p>
</p><p>
Sentirem-se repletas de amor ou ódio.</p><p>
Ficarem muito contentes ou bravas.</p><p>
Sentirem-se geniais ou idiotas.</p><p>
Sentirem compaixão ou perceberem-se egoístas.</p><p>
</p><p>
Esqueça os tons pastéis, as posições neutras ou as tentativas de agradar a todos. Marketing viral funciona com base em emoções.</p><p>
</p><p>
Faça algo inesperado</p><p>
</p><p>
Se você quer que sua campanha decole, terá que fazer algo diferente, algo inesperado. Esqueça a promoção de produtos e serviços e não tente fazer algo parecer bacana ou jovem.</p><p>
</p><p>
O caso do Banner Concert da Axion é um exemplo de algo inesperado. Quantas vezes você ouviu falar de um concerto em banners? Nem os jovens que participaram imaginavam essa possibilidade. Isso é algo inesperado.</p><p>
</p><p>
Não faça propaganda</p><p>
</p><p>
É estranho dizer isso, mas é a pura verdade. Use banners para fazer propaganda, mas não tente fazer isso no marketing viral. Esse é um erro comum nas campanhas de marketing viral que não decolam. Não pense que fazer marketing viral é só deixar que as pessoas espalhem sua propaganda umas para as outras. Não é.</p><p>
</p><p>
Marketing viral é como contar uma boa história. É cinema, não propaganda. É um conto, não um folheto.</p><p>
</p><p>
Esqueça sua empresa, seus produtos e seus serviços. Mantenha o foco em criar uma história interessante e surpreendente. Você sempre achará espaço para colocar sua marca, seu produto ou sua empresa na mente do consumidor com sua mensagem viral.</p><p>
Permita o compartilhamento, o download e o mashup</p><p>
</p><p>
O marketing viral está ligado a compartilhar. Então, crie o máximo possível de formas de compartilhamento, como links, e-mails, downloads, widgets e mashups. Alguns conselhos são importantes para aqueles excessivamente preocupados com direitos autorais:</p><p>
</p><p>
Permita que as pessoas possam baixar o conteúdo em diversos formatos.</p><p>
Permita que incluam o conteúdo em seus blogs ou sites.</p><p>
Permita que copiem à vontade e enviem para seus amigos.</p><p>
Permita a publicação em diversas mídias sociais.</p><p>
Permita todo e qualquer tipo de cópia, modificação, tradução e remixagem, ou seja, qualquer forma de contribuição que o público queira/possa dar para sua criação.</p><p>
</p><p>
O marketing viral não tem relação com direitos autorais ou exclusividade. Ele tem a ver com liberdade e com deixar seu conteúdo livre para que se espalhe e cresça. Todas essas manifestações são parte do envolvimento e do engajamento do seu público. Encare tudo isso de forma positiva.</p><p>
</p><p>
Crie formas de participação e comentários</p><p>
</p><p>
É muito importante que as pessoas sintam que podem participar e serem ouvidas. Lembre-se de que você mexeu com as emoções delas e elas, agora, querem se expressar. Uma das melhores formas de fazer isso é permitir comentários.</p><p>
</p><p>
Crie meios para que as pessoas possam enviar comentários que fiquem visíveis para todos e que possam ser replicados. Uma boa forma é utilizar outras mídias sociais, como o Twitter, o Orkut ou um blog da campanha. Votações também são uma ótima forma de participação.</p><p>
</p><p>
Não restrinja o acesso a nada</p><p>
</p><p>
Prepare-se para a mudança de paradigma. Você está entregando sua criação para a multidão e deve deixar que ela cuide do resto. Não exija nada em troca, pois não é o momento para isso. Acredite na força da liberdade na Internet e no bom senso de seu consumidor, além de seguir estes conselhos:</p><p>
</p><p>
Não obrigue ninguém a se registrar.</p><p>
Não obrigue ninguém a se tornar membro.</p><p>
Não obrigue ninguém a instalar um software especial.</p><p>
Não obrigue o uso de códigos de registro ou senhas.</p><p>
Não obrigue nada que signifique comprometimento ou restrição.</p><p>
</p><p>
Enfim, não restrinja o acesso a seu conteúdo viral sob qualquer pretexto. Tudo deve estar aberto e acessível ao consumidor.</p><p>
Crie sequências completas</p><p>
</p><p>
Depois de todo o trabalho de criar uma campanha viral e de conseguir a atenção de milhares ou milhões de pessoas com sua campanha, você a abandonará? Parece incrível, mas muitas empresas fazem isso. Você tem que criar uma sequência de ações e interações após o primeiro contato com o consumidor. Você pode criar essas sequências de diversas formas:</p><p>
</p><p>
Criar vídeos sobre o assunto.</p><p>
Criar um "making of" da campanha.</p><p>
Criar um blog sobre o assunto.</p><p>
Divulgar a reação das pessoas à campanha.</p><p>
Utilizar logos, avatares ou personagens da campanha em outros formatos.</p><p>
</p><p>
Não deixe que as pessoas pensem que acabou. Aproveite as emoções geradas e o engajamento de tantas pessoas motivadas e deixe que elas curtam sua campanha de todas as formas.</p><p>
</p><p>
Não abandone a ação viral</p><p>
</p><p>
Por fim, a regra de ouro do marketing viral: não abandone a sua ação.</p><p>
</p><p>
O viral tem uma curva de adesão, que começa pequena e vai ganhando força até se tornar uma ação irreversível. O início da propagação é a fase crítica, dela depende a maior parte do sucesso. </p><p>
</p><p>
Na maioria das vezes, monitorando e acompanhando a repercussão, você consegue descobrir se a ação precisa de alguma ajuda. Corrigir, melhorar, intervir, pode ser necessário. Assim, se você não abandonar a ação e acompanhá-la, principalmente no início, você aumenta as chances de sucesso.</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:37:10 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Nova tecnologia do MIT pode tornar internet até mil vezes mais rápida</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4457/nova-tecnologia-do-mit-pode-tornar-internet-ate-mil-vezes-mais-rapida.html</link>
<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles,  pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.</p><p>
</p><p>
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.</p><p>
</p><p>
De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos.  Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego.  Esse processo consome tempo e energia.</p><p>
</p><p>
Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.</p><p>
</p><p>
“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia o MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.</p><p>
</p><p>
No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros que esta nova tecnologia do MIT.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:40:44 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Quase 90% dos internautas brasileiros acessam redes sociais</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4456/quase-90u-dos-internautas-brasileiros-acessam-redes-sociais.html</link>
<description><![CDATA[<p>Quase nove em cada dez internautas brasileiros (87%) acessam redes sociais, e esse número pode crescer ainda mais – 20% da população online pretende entrar em alguma dessas comunidades num futuro próximo.</p><p>
</p><p>
O resultado coloca o Brasil em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook e Linked In. A Índia lidera, seguida por Sérvia, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.</p><p>
</p><p>
O que mais as pessoas gostam de fazer nas redes sociais é ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar o próprio perfil (76%). A grande maioria dos acessos (83%) é por razões pessoais – esse número chega a 90% no Nordeste.</p><p>
</p><p>
A pesquisa ouviu 28 944 pessoas em 27 países para identificar as diferenças na forma como cada nação interage com mídias como Twitter, Facebook, Orkut, entre outras.</p>]]></description>
<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 18:58:30 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Facebook alcança 500 milhões de usuários</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4455/facebook-alcanca-500-milhoes-de-usuarios.html</link>
<description><![CDATA[<p>Como o previsto, o Facebook, rede social mais popular do mundo, chegou à marca de meio bilhão de usuários cadastrados. O feito foi obtido na manhã desta quarta-feira (21), e anunciado por volta das 13h20 (horário de Brasília) no blog oficial da empresa por Mark Zuckerberg.</p><p>
</p><p>
"Meio bilhão de usuários é um número legal, mas o que importa aqui não é são números. O que importa são as histórias que ouvimos aqui de vocês sobre o impacto que as conexões têm nas suas vidas", diz Zuckerberg em um vídeo de agradecimento.</p><p>
</p><p>
Para celebrar a data histórica, a empresa lançou o aplicativo Facebook Stories, por meio do qual qualquer usuário pode postar a história de como a rede social foi importante em sua vida. É possível localizar as narrativas por tema e por localidade.</p><p>
</p><p>
No início desta tarde, dois textos já haviam sido publicados por usuários brasileiros, um deles é assinado pela cantora Preta Gil. "Minha vida é tão corrida, viajo o Brasil todo com meu show Noite Preta. Quando chego no hotel, posso matar as saudades e saber por onde anda meus queridos amigos, mandar recado, ver fotos, vídeos. Isso me faz sentir menos distante, sei que mesmo de longe, eles também podem acompanhar minhas andanças e saber que estou bem, fazendo o que eu amo que é cantar. Convido todos para compartilharem suas historias", escreveu a artista.</p><p>
</p><p>
Ao mesmo tempo, o Facebook criou uma página de agradecimento, na qual são exibidas fotos de todos os funcionários e a mensagem "Cada um de nós gostaria de agradecer cada um de vocês por fazer o Facebook parte de suas vidas". O site foi criado há pouco mais de seis anos e atingiu 400 milhões de usuários no início de 2010. Um ano antes contava com 200 milhões de usuários.</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:06:46 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Como medir campanhas de e-mail marketing?</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4454/como-medir-campanhas-de-e-mail-marketingu.html</link>
<description><![CDATA[<p>Muitas organizações ainda gastam dinheiro, à toa, comprando listas com milhares de e-mails de pessoas e empresas para ofertar produtos e promoções. O mais interessante é que os vendedores afirmam que a base de e-mails está segmentada, e as organizações, por ingenuidade e falta de experiência sobre internet e e-mail marketing, acreditam.</p><p>
</p><p>
Para Wikipédia, e-mail marketing é a utilizalção do e-mail como ferramenta de Marketing Direto. Sua principal função é garantir que o maior número possível de pessoas leiam seu e-mail e tenham acesso a mensagem. Atualmente, a comunicação por e-mail é usada para encontrar novos clientes, aumentar o número de vendas, manter clientes e mensagens padrões (status de pedidos etc.).</p><p>
</p><p>
Nesse sentido, o sucesso de campanhas de e-mail marketing está na segmentação da base de dados, conhecer seu banco de e-mails, isto é, seus clientes. Conhecendo seu cliente, a empresa conseguirá falar com cada um deles de forma exclusiva. </p><p>
</p><p>
Então, em vez de gastar dinheiro comprando informações de pessoas desconhecidas, é mais negócio contratar um profissional para garimpar informações daqueles clientes que realmente interessam. Sua empresa terá mais lucro tendo mil e-mails de pessoas que você realmente conheça do que ter 100 mil que você não sabe nem o nome. Dessa forma, as informações de seus clientes, como e-mail e celular, devem ser guardadas a sete chaves: o futuro e o lucro da empresa dependem desses dados.</p><p>
</p><p>
Sendo assim, desenvolvi uma metologia para avaliar o sucesso das campanhas de e-mail marketing, através de elementos visuais, facilitando a interpretação dos dados pelos gerentes marketing da empresa. Essa metodologia foi adaptada do texto "Métricas para e-mail marketing" de Gustavo Loureiro, e dos Velocímetros em Excel, criados por João Henrique.</p><p>
</p><p>
Toda vez que uma mensagem de E-mail Marketing é enviada, a ferramenta de disparo mostra algumas informações, como quantidade de e-mails enviados, devolvidos, abertos/lidos, cliques e descadastramentos. Com essas informações de retorno, consegue-se avaliar a eficiência da resposta, ou seja, a qualidade da lista de e-mails através dos KPIs: taxa de envio, taxa de abertura, taxa de descadastramentos (opt-out) e a taxa de cliques.</p><p>
</p><p>
De nada adianta concentrar esforços levando consumidores para seu website, se sua empresa não utiliza uma ferramenta de web analytics para medir a eficiência do mesmo. Agora se sua empresa já possui esse tipo de ferramenta, é possível integrá-la à campanha de E-mail Marketing, assim informada e ter ótima vantagem estratégica.</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:19:34 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Modelo coletivo de negócios</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4453/modelo-coletivo-de-negocios.html</link>
<description><![CDATA[<p>Falar em negócios nos remete automaticamente à lucratividade. E quando o assunto é coletivo, aliado a negócios, significa que todas as partes envolvidas devem ganhar. Nesse contexto, o conceito de cooperação é o carro chefe do sucesso e, partindo para o perfil do consumidor de hoje, é essencial destacar que está havendo uma ruptura de mercado. O novo padrão de consumo vem mudando numa velocidade nunca vista antes, pois a rapidez de acesso às informações da Internet, lojas online, redes sociais e outras ferramentas influenciam a escolha e, principalmente, a tomada de decisão.</p><p>
 </p><p>
O consumidor está mais bem informado, mais exigente e influente, então o mercado precisa se adequar as suas novas necessidades e ter em mente que atribuir poder a esse consumidor não é loucura, mas é estar consciente da mudança de comportamento das pessoas e do quanto, cada vez mais, elas fixam prioridades e ditam regras.</p><p>
 </p><p>
É essencial saber quem é o seu público e, especificamente falando em comércio eletrônico, vale a pena lembrar alguns números: o e-commerce brasileiro, em 2001, tinha 1.1 milhão de consumidores; em 2009, passou para 17.6 milhões e, para este ano, a expectativa é que o país atinja 23 milhões de pessoas comprando online. É um mercado que ainda está se consolidando, mas que cresce a olhos vistos.</p><p>
 </p><p>
E não é mais possível falar de comércio eletrônico sem considerar as redes sociais e o quanto as comunidades de interesse em comum, além dos grupos de compra, são fundamentais para movimentar esse segmento. Os grandes varejistas se renderam às lojas virtuais e o seu público está lá, sugerindo, opinando, reclamando. Crítico, esse público quer saber realmente o que está comprando, em quais condições, considerando, também, a opinião de quem já adquiriu determinado produto ou serviço.</p><p>
 </p><p>
A referência não é mais do vendedor, que vai passar as características técnicas do produto, o prazo de garantia, as vantagens em adquiri-lo. Agora o consumidor quer saber a opinião de quem tem gostos parecidos com o dele, quem tem informações concretas e práticas sobre o que pretende comprar. E, nesse universo, todos têm que ganhar: os consumidores, os grupos de compra, as lojas. Outro item fundamental: aumentar a sua capacidade de compra. Para isso, apenas vender parcelado não basta. É preciso oferecer preços realmente competitivos, descontos reais e aí entra o poder da compra coletiva. 10 consumidores têm muito mais chances de negociação do que um, porque um grupo envolve o conceito de cooperação, além de capital social e pensamento sistêmico.</p><p>
 </p><p>
Modelos de negócios online existem inúmeros, porém quantos realmente funcionam como um organizador do processo de compra, oferecendo uma melhor experiência e auxiliando as lojas varejistas a diminuir seus custos de venda? É preciso, ainda, atender a dois requisitos básicos: grande volume de venda e planejamento de compra.  Dessa maneira é que as grandes empresas e cooperativas conseguem melhores preços, pois as lojas e os fabricantes ganham no volume. O grande desafio é aplicar esses ingredientes sem alterar o comportamento de compra por impulso. Quem consome precisa ter a melhor experiência, comprar o que deseja na hora e receber o mais rápido possível.</p><p>
 </p><p>
E quando existe um grupo realmente interessado num produto, mais do que preços menores, é possível ir além na negociação com as lojas do varejo e implementar o que batizamos de "reembolso progressivo", ou seja, conforme faixas de faturamento pré-acordadas, a loja repassa uma porcentagem (ao portal de compras, por exemplo) do valor pago pelos consumidores, que, por sua vez, recebem tal reembolso proporcional a sua compra. Quanto mais vendas forem realizadas, maior é o reembolso.</p><p>
 </p><p>
E para um modelo de negócios online que reconheça o poder coletivo das compras, volto a dizer, precisa ser integrado com as redes sociais, assim, cada pessoa pode compartilhar suas aquisições com sua rede de contatos no Facebook, ORKUT, Twitter, LinkedIn, participando ativamente sobre o aumento das vantagens para todo o grupo.  </p><p>
 </p><p>
Os consumidores, hoje, têm muito mais poder de influenciar toda a cadeia do que é oferecido, avaliando as condições de pagamento, preços, entrega, entre outros itens essenciais no processo de compras, razão pela qual são decisivos para gerar o benefício coletivo. Para um modelo de negócios ter sucesso, é preciso estar atento e entender quem é e o que desejam os novos consumidores.</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 17:04:56 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comunicação em redes sociais é one-to-one?</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4452/comunicacao-em-redes-sociais-e-one-to-oneu.html</link>
<description><![CDATA[<p>Uma resposta da marca X para uma pergunta no Twitter é uma comunicação one-to-one? A princípio, sim. Mas e quando 200 mil seguidores da marca além de outros 800 seguidores do perfil de quem fez a pergunta estão aptos a ler esse diálogo? A comunicação continua a ser one-to-one?</p><p>
</p><p>
Na minha opinião, não! Nesse caso, dei o exemplo do Twitter, mas isso também pode se aplicar a uma resposta na comunidade de alguma marca no Orkut ou no Facebook.</p><p>
</p><p>
Para mim, existem poucas ações de comunicação realmente one-to-one no mundo digital como o envio de e-mail personalizado - respondendo perguntas de clientes, SMS ou uma DM (Direct Message) no Twitter. Quando o contato ultrapassa essas ações, eu penso que nenhuma comunicação fica restrita a quem fez e quem respondeu uma pergunta - isso no mundo digital, claro.</p><p>
</p><p>
Qualquer troca de mensagem entre pessoas ou entre pessoas e marcas fica aberta a quem quiser ler, e é nesse ponto que as marcas devem começar a se preocupar sempre que mandarem um texto, por mais simples que seja.</p><p>
</p><p>
Outro fator a ser considerado é que mesmo um e-mail pessoal ou uma DM podem se tornar públicos a partir do momento em que o usuário fizer uma simples ação de copiar o texto e colar em qualquer uma das suas redes pessoais. Sendo boa ou ruim a resposta, o usuário pode querer compartilhar isso com sua rede de contatos. Não custa reforçar o cuidado com o que será escrito, pois um simples erro de português pode ser o suficiente para gerar um buzz negativo para a marca.</p><p>
</p><p>
Vamos a um rápido exemplo: uma pessoa envia uma pergunta ao meu Twitter sobre um assunto relacionado a planejamento estratégico digital. Independentemente do conteúdo - não importa se é uma verdade ou se coloquei alguma informação errada -, essa resposta estará disponível a todos que me seguem e aos que seguem a pessoa que me fez a pergunta.</p><p>
</p><p>
Se, por exemplo, nós dois tivermos 3 mil seguidores juntos, esse é o potencial de pessoas que podem ver mensagem em um 1º nível. Se algum seguidor - meu ou da pessoa - der um "RT" (Re-tweet) no que eu escrevi, teremos um impacto da mensagem em 2º nível, e assim a mensagem se espalha na rede, na nuvem, na web. Seja qual for a denominação, não importa, o que importa é que a mensagem está disponível a todo mundo.</p><p>
</p><p>
Atualmente não basta apenas que as marcas fiquem monitorando o que se fala delas nas redes sociais sem que esses dados não se transformem em estratégias de ação - como eu defendo na minha palestra de Planejamento Estratégico Digital.</p><p>
</p><p>
Quando o planner começa o trabalho de pesquisa, ele colhe dados sobre o segmento/assunto que procura. Esses dados devem ser transformados em estratégias de ação e inteligência, algo que nenhum software faz. Analisar o que se fala das marcas com as quais trabalhamos e não deixar apenas as idéias no papel . É preciso agir, com cuidado, sempre!</p><p>
</p><p>
Vale lembrar que transparência e rapidez na resposta são fundamentais. Em alguns casos, aumentam inclusive as vantagens competitivas de uma marca no segmento que atua. A Tecnisa, por exemplo, responde qualquer e-mail em 15 minutos e as pessoas veem isso como um diferencial da marca, o que pode em alguns casos ser o fator de decisão na compra de um apartamento.</p><p>
</p><p>
Voltando a refletir sobre a comunicação nas Redes Sociais, não acredito que essa comunicação pode ser considerada one-to-one, uma vez que quando uma marca responde a seu consumidor na rede, ela abre essa pergunta e resposta a todos que pertencem àquela determinada rede ou comunidade.</p><p>
</p><p>
Não podemos esquecer também que o que se escreve na web fica armazenado e que pode ser localizado em alguns segundos pelo Google a qualquer momento, de qualquer parte do mundo.</p><p>
</p><p>
Quando vemos uma marca que não trata seu consumidor como deveria ou mesmo quando esse consumidor tenta falar com a marca por um de seus pontos de contato na web 2.0, a não-reposta e qualquer falha na comunicação também é aberta a quem quiser ler. Esse tipo de ação colabora de uma certa forma para manchar a imagem da marca, associando-a com uma empresa que não está aberta a ouvir seus consumidores.</p><p>
</p><p>
Com a ajuda do Google e do avanço da web 2.0, agora o consumidor tem acesso a milhares de informações a um simples clique e até mesmo à produção desse conteúdo. As marcas devem abrir os olhos para o modo como se comunicam com seus consumidores, independentemente do canal escolhido para manter a comunicação, e priorizar a transparência em qualquer diálogo.</p><p>
</p><p>
O case Nescau no Orkut</p><p>
Quando a Nestlé disse que acabaria com o Nescau tradicional para lançar o Nescau 2.0 com nova fórmula, uma pessoa abriu uma comunidade no Orkut exigindo que a Nestlé mantivesse o produto original. Se essa pessoa estivesse sozinha no mundo digital, provavelmente a Nestlé não se importaria com a exigência, mas em pouco tempo a comunidade passou dos 55 mil usuários exigindo que o produto não acabasse.</p><p>
</p><p>
Graças a essa ação - onde até o presidente da marca no Brasil, Ivan Zurita, se envolveu - temos nos supermercados as duas versões, sendo que o Nescau 2.0 possui um posicionamento mais para o jovem. O Nescau tradicional saiu da mídia, mas suas vendas se mantêm boas.</p><p>
</p><p>
Esse é o tipo de comunicação que uma pessoa fez com a marca, mas que outras milhares aderiram. Tudo o que a pessoa da comunidade e a Nestlé trocavam de informação via Orkut era visto por milhares de pessoas, deixando de ser uma comunicação one-to-one para one-to-million.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:08:24 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Social Media não é Big Mac</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4451/social-media-nao-e-big-mac.html</link>
<description><![CDATA[<p>Que Redes Sociais têm sido o discurso da vez em rodas de executivos antenados não é novidade. A grande questão agora é fazer esse assunto sair da roda de discussão.</p><p>
</p><p>
Criar um perfil no Twiter ou no Facebook não é entrar nas Redes Sociais. Antes disso, as empresas precisam responder uma pergunta muito básica:</p><p>
"Onde é que eu quero chegar?".</p><p>
</p><p>
Já que o cinema nos fez lembrar da fábula da Alice, vale o conselho do Gato de Cheshire "Se você não sabe onde quer chegar, não faz diferença por qual caminho você vá". Pode ser Twitter, Facebook, Orkut, Foursquare, Fóruns, Hotsites ou até mesmo offline; sem um objetivo, um destino, não existe caminho certo ou errado, só que normalmente dá errado! </p><p>
</p><p>
Se já não é fácil dar esse passo dentro da empresa (normalmente os departamentos estão entrincheirados nas atividades operacionais e tudo que é "novo" fica para a próxima reunião), imagine colocar um plano de ação em prática.</p><p>
</p><p>
É aí que toda cautela é pouca! No mundo dinâmico em que vivemos, é óbvio que tem muita gente querendo explorar os "oceanos azuis", e a aplicação de Redes Sociais em benefício das empresas é um deles. E também é óbvio que existirá todo tipo de profissional se atirando nesse oceano (sabendo ou não nadar).</p><p>
Esteja alerta!</p><p>
</p><p>
Um jeito "fácil" de vender um produto é colocá-lo numa embalagem atraente e praticar um preço convidativo.</p><p>
</p><p>
Para quem compra, no entanto, a escolha depende de como o comprador olha para a própria empresa (e se ele quer que ela chegue a algum lugar).</p><p>
</p><p>
Se você vê a sua empresa como aquela pessoa chata do setor que faz aniversário hoje, então qualquer "lembrancinha" resolve. Bem embrulhadinha e com um precinho camarada, cumpre a "obrigação" do presente.</p><p>
</p><p>
Isso acontece quando um Diretor "pede" uma iniciativa em Redes Sociais e o seu subordinado precisa apresentar "alguma coisa". É provável, nesse tipo de empresa, que daqui a 6 meses a "moda" será outra e que os investimentos em Redes Sociais acabem indo pelo ralo, sem trazer nada de efetivo para a empresa, a não ser a continuidade daquele Diretor e de seu subordinado nos respectivos cargos.</p><p>
</p><p>
Esse é o mercado para alguns "profissionais" que venderão "uma conta no Twitter", "um perfil para a empresa no Facebook" e outros "projetos" do gênero. Poderão criar até mesmo alguns Combos: Compre 2 contas no Twitter e um perfil no Facebook e leve uma landing page grátis</p><p>
Mas eu acredito! Quero algo com resultados, e duradouros!</p><p>
</p><p>
Se você pensou assim, fico feliz por sua empresa. E, claro, o primeiro passo como diria o Gato é definir os seus objetivos. Parece fácil e até mesmo óbvio, mas não é sempre tão simples assim!</p><p>
</p><p>
O ideal é que você já tenha se familiarizado com as principais plataformas e discutido os principais conceitos de Redes Sociais, para então cruzar toda essa informação com o negócio da sua empresa e criar um projeto de verdade, com início, meio, mas acima de tudo, um fim bem definido! Talvez você precise de ajuda profissional já nessa etapa.</p><p>
E agora, qual o caminho?</p><p>
</p><p>
Essa é a hora em que você mais sente saudade do Gato - você vai ter que definir sua estratégia, e esqueça a hipótese de terceirizar isso. Auxílio profissional pode ser muito bem-vindo, mas você terá que estar de corpo e alma nessas reuniões. Ou você realmente acha que um consultor externo ou uma agência conhecem mesmo o seu negócio, melhor do que você? (se você realmente acredita nisso, é hora de começar a se preocupar!)</p><p>
</p><p>
Apesar de essa fase ser aquela de maior ansiedade (porque ainda está difícil ter certeza de que o lugar que você definiu como objetivo é o lugar certo), é também a parte mais interessante do processo, porque é onde dá para colocar a criatividade em ação. </p><p>
</p><p>
Você vai avaliar se já possui uma comunidade, se deve formar uma, se deve utilizar ambientes já existentes, se deve contratar celebridades para se tornar popular, se deve focar em algum público específico etc. </p><p>
</p><p>
É verdade que isso exige conhecimento da dinâmica das redes sociais (que um especialista pode oferecer), mas também exige um enorme conhecimento do seu mercado, dos seus produtos e dos seus objetivos como empresa. Viu como você é importante naquelas reuniões?  </p><p>
"E você já combinou com os russos"?</p><p>
</p><p>
Essa é do Garrincha, em 58, quando o técnico Feola o orientou a pegar a bola, driblar os 2 zagueiros russos, ir à linha de fundo e cruzar para o Vavá marcar (não, eu não era nascido, achei isso na Internet).</p><p>
</p><p>
Só que, no nosso caso, todo mundo é russo! Depois de tanto trabalho para definir claramente um objetivo e bolar uma estratégia detalhada para atingi-lo, como ter certeza de que dará tudo certo?</p><p>
</p><p>
Pois bem, você não tem. Mas assim como o Garrincha, você tem talento (senão você já teria parado de ler na parte do presentinho para a chata do departamento).</p><p>
</p><p>
Se o primeiro zagueiro não deixasse o Garrincha dribá-lo, ele teria o talento para improvisar, tentar de novo e voltar para o plano original.</p><p>
</p><p>
No seu caso, a situação é um pouco mais complexa, mas nada que um pouco de técnica não resolva. A palavra-chave aqui é monitoramento. Você tem que ter mecanismos para "tirar o pulso" das Redes, tanto antes de começar seu projeto como durante a execução da sua estratégia. </p><p>
</p><p>
Hoje existem ferramentas bastante avançadas (e específicas) para lhe garantir o conforto de um "GPS". Sem isso, como você vai saber se está no caminho certo? (lembre-se, agora que você já tem um objetivo, o Gato diria que o caminho faz diferença, sim!).</p><p>
</p><p>
Com uma monitoração adequada, mesmo errando o caminho, o mundo não está perdido. Quanto melhor seu monitoramento, mais rapidamente você perceberá que está saindo do caminho e mais rapidamente corrigirá sua rota (usando, é claro, todo seu talento!).</p><p>
</p><p>
Quer dizer que dá trabalho?</p><p>
</p><p>
Cá entre nós, você acredita mesmo que tem boi gordo que pesa pouco?</p><p>
</p><p>
Claro que dá trabalho, e claro que não se "compra Redes Sociais" como se compra sanduíche. É um projeto como outro qualquer, e que obviamente exigirá estudo, empenho, dedicação, paixão. </p><p>
</p><p>
Por isso é importante ter uma equipe que gosta do que faz. Se as pessoas acreditam no que estão fazendo, mesmo sendo algo complexo, elas não considerarão aquilo um "trabalho pesado". Será uma realização pessoal que, acredite, pode trazer muitos resultados positivos para a sua empresa.</p><p>
</p><p>
E nisso, você acredita?</p>]]></description>
<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 17:07:01 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Os três pilares da empresa 2.0</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4450/os-tres-pilares-da-empresa-2u0.html</link>
<description><![CDATA[<p>Todos têm falado nas empresas 2.0 e suas quebras e rupturas de paradigmas com as corporações tradicionais. Assim como os grupos de mídia, quem não inovar será engolido pela revolução digital. Porém, a empresa 2.0 tem por pilares muito maiores do que questões digitas: ela se estrutura mais na própria gestão da empresa. Veja abaixo três alicerces de uma empresa 2.0,</p><p>
A empresa deve ser 2.0</p><p>
</p><p>
Ser amarelo e dizer que é verde não é um bom negócio. Não minta, não invente números, não esconda fatos, atualize suas estruturas físicas e intelectuais. Tenha objetivos e planos traçados. Coloque-os no topo e corra atrás disso, faça planos. Se concentre e tenha em mente seu foco de conquista.</p><p>
</p><p>
O foco, aliás, é sempre o consumidor, que é exigente e munido de informações por todos os lados. Ele sabe quando sua empresa está alinhada ou não aos bons valores. Seja uma marca 2.0. Inovação deve ser a palavra de ordem para sua empresa. A ousadia nesses tempos é fator decisivo para decidir quem entra, quem sai ou quem permanece na escolha dos clientes.</p><p>
</p><p>
Seja mais do que bons discursos. Demonstre a todos que a sua empresa é uma marca alinhada com as novas tecnologias, com a preocupação ambiental, social e que está disposta a mudar a realidade ao redor dela. </p><p>
</p><p>
A propaganda paga, aqui, é o pior negócio. Todos devem falar espontaneamente da sua empresa, instituição ou produto. A publicidade gratuita demonstra que você está fazendo a lição de casa, que sua marca caiu no gosto dos consumidores e que irão levar adiante seu discurso. Irão defender sua empresa, e isso é a melhor propaganda que você nunca poderia pagar.</p><p>
A empresa deve estar 2.0</p><p>
</p><p>
O novo modelo empresarial, denominado 2.0, não remete somente às questões tecnológicas, mas devemos assumir que o digital move grande parte das novas estruturas de uma marca. Chegou ao mercado agora? Talvez sua empresa provavelmente já esteja no digimundo. Já estava no mercado antes? Sua empresa tem a obrigação de realizar mudanças em suas bases, se por algum motivo ela ainda não tenha feito isso.</p><p>
</p><p>
Redes e mídias sociais, interação, interatividade, resposta, amostra, produtos verdes. Tudo isso faz parte de uma empresa 2.0. Sua gestão deve ser 2.0. Sua empresa deve ser 2.0 para que você esteja certo de que sua empresa é 2.0. É a questão do ser para dizer que é, do ser para poder estar, e estar para poder ser.</p><p>
</p><p>
A fórmula é simples, porém o trabalho, não. As análises a serem feitas, os discursos a serem trabalhados, o pessoal a ser treinado e, principalmente, a mídia social a ser fiscalizada. Sim, fiscalizada. Não sejamos tolos ao pensarmos que nenhuma empresa deve fiscalizar as novas mídias. Amigos amigos, mídias sociais à parte. O monitoramento é crucial para um trabalho benéfico em sua imagem. </p><p>
</p><p>
Entretanto, para monitorar é necessário, antes de tudo, ter o que monitorar. Quais ferramentas sua empresa está utilizando? Quais mídias ela implantou no dia-a-dia dos funcionários? O que ela usa como plataforma de respostas rápidas e reclamações de clientes? Seu pessoal está profundamente preparado para lidar com uma empresa 2.0? Lembre-se: esteja 2.0.</p><p>
A empresa deve fazer 2.0</p><p>
</p><p>
Fazer 2.0 é tudo aquilo que as outras não fazem, ou, por algum motivo, fazem de maneira precária. Fazer significa agir, correr atrás, demonstrar, construir, modificar e, principalmente, inovar. Trilhe caminhos diferentes, produza de maneira consciente. Faça absolutamente tudo para sua empresa mudar padrões atuais e melhorá-los, agregando valor à sua marca.</p><p>
</p><p>
Os discursos traçados, os objetivos visados e os planos a serem empregados levarão sua empresa para um patamar diferente, novo, conceitual. Faça 2.0, esteja 2.0 e seja 2.0. Repetindo: a fórmula é simples, o trabalho, não. Porém, com o tempo sua empresa irá ganhar novos rumos, objetivos, forças e, sobretudo, clientes.</p><p>
</p><p>
Sua empresa já é 2.0? Se ainda não, o que precisa ser feito para que ela entre nesse novo modelo?</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 17:38:57 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O bom e velho blog ainda tem espaço na era do Twitter e das redes sociais?</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4449/o-bom-e-velho-blog-ainda-tem-espaco-na-era-do-twitter-e-das-redes-sociaisu.html</link>
<description><![CDATA[<p>Os blogs surgiram há alguns anos como uma forma revolucionária de interagir na internet. Em vez de sites complexos e complicados, cheios de recursos visuais e que exigiam diversos técnicos para o seu desenvolvimento e atualização, você mesmo podia criar um blog na hora, de graça, e falar de suas preferências, opiniões e pontos de vista a qualquer momento. De certa forma, os blogs deram início à verdadeira democratização da web, no sentido de permitir que qualquer pessoa com acesso à rede pudesse se expressar publicamente com liberdade. </p><p>
</p><p>
Com a evolução da própria internet e da sua forma de uso, surgiram novos recursos mais interativos, como as mídias e redes sociais, culminando no Twitter. A ascensão dessas novas formas interativas reduziu a notoriedade dos blogs, mas não a sua importância, principalmente para as empresas. </p><p>
</p><p>
O papel de gerar burburinho (buzz) e espalhar rapidamente uma idéia, slogan ou conceito (viral) foi assumido por sites como Twitter, Facebook e Orkut, mais ágeis e dinâmicos (como ficou comprovado no impressionante fenômeno recente do "Cala a boca Galvão"), assim como novas redes sociais que surgem a cada dia, como o FormSpring. Porém os blogs continuam sendo imbatíveis em três aspectos:</p><p>
</p><p>
- Canal de informação: dizer aos clientes o que você está fazendo e descobrir o que eles estão pensando.</p><p>
</p><p>
- Canal de relacionamentos: construir uma base sólida de experiências positivas com seus clientes, que os converta de meros consumidores de antes em fãs da sua empresa e de seus produtos.</p><p>
</p><p>
- Gestão do conhecimento: disponibilizar o conhecimento de sua empresa para as pessoas.</p><p>
</p><p>
Mas é preciso ter consciência de que o blog é apenas um meio. Assim como o Twitter, não vai gerar resultados sendo usado apenas como mais um canal de propaganda da empresa. </p><p>
</p><p>
A força do blog está na interação com os clientes e na possibilidade de a empresa transmitir seus valores e prioridades. O retorno direto não é medido em vendas, mas no grau de relacionamento que a empresa consegue estabelecer com seus clientes. Quanto mais forte esse relacionamento, maior a fidelidade aos seus produtos e serviços e, aí sim, maiores as possibilidades de venda. Algumas formas de exercitar esse diálogo são:</p><p>
</p><p>
- Fortalecer o relacionamento - O blog é um excelente canal para ouvir o que consumidores e clientes têm a dizer sobre os seus produtos e serviços, como fazem uso deles e quais as sugestões para melhorá-los.</p><p>
</p><p>
- Reagir a eventos negativos à empresa - Blogs funcionam como um serviço de atendimento ao cliente, respondendo rapidamente a dúvidas e reclamações. Servem também como uma forma de monitorar o que falam da sua empresa e da sua marca na internet, fornecendo feedback sobre suas ações de comunicação e marketing.</p><p>
</p><p>
- Influenciar os formadores de opinião - Um blog pode ser a melhor forma para chamar a atenção e influenciar os chamados "formadores de opinião" (especialistas, jornalistas, artistas, etc.) cujas preferências e escolhas influenciam diversas outras.   </p><p>
</p><p>
Na prática, tomemos como exemplo um hotel. Ele pode usar o seu blog para ouvir as sugestões dos clientes em relação ao atendimento ou serviço de quarto, mostrar as melhorias que está fazendo e avisar os clientes sobre novos pacotes e promoções. Ao mesmo tempo, atender as queixas e eventuais reclamações e mostrar as medidas que está tomando para resolvê-las. </p><p>
</p><p>
Para atrair os formadores de opinião, no caso publicações especializadas em turismo, divulgar depoimentos de clientes satisfeitos ou das atrações diferenciadas da sua cidade ou região. </p><p>
</p><p>
Cabe destacar também que o uso dos blogs não exclui a atuação nas redes e mídias sociais. Enquanto o Twitter é imediato e focado em ações rápidas, o blog é ágil e mantém o relacionamento aberto. Atuando juntas, se complementam e criam sinergia capaz de aumentar o raio de ação das suas ações de marketing digital.</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 17:02:43 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Marketing Político 2.0</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4448/marketing-politico-2u0.html</link>
<description><![CDATA[<p>Em 2008, acompanhamos um dos maiores fenômenos das Redes Sociais aplicadas à política: o "efeito Obama". Segundo vários especialistas, a Internet foi a principal ferramenta do político para se eleger o primeiro presidente negro da história dos EUA, a maior potência do mundo.</p><p>
</p><p>
A constante imagem de Obama com seu Blackberry em mãos mostrava como ele estava conectado ao mundo digital. Os números da ação na web protagonizada por Obama foram mais do que excelentes. Segundo dados da própria equipe, em 21 meses de campanha, Obama arrecadou mais de 500 milhões de dólares em doações pela Internet. Mais de 3 milhões de pessoas fizeram depósitos com ticket médio de U$ 80,00. </p><p>
</p><p>
Obama ainda tem fiéis seguidores que aderiram ao seu Facebook, site da campanha, base de emails (13 milhões de nomes), Twitter, entre outros. Atualmente, o Twitter do presidente possui mais de 4,5 milhões de seguidores. No Brasil, o perfil com mais seguidores, o do apresentador Luciano Huck, não ultrapassa 2 milhões de followers.</p><p>
Para 2010, como esse efeito repercutirá no Brasil?</p><p>
</p><p>
O efeito Obama com absoluta certeza gerou não apenas curiosidade entre os políticos brasileiros, como também a busca por usar uma estratégia tão boa como a usada pelo presidente americano para ganhar votos. Não estou falando apenas de políticos como Dilma e Serra que são candidatos à presidência do Brasil, mas também de governadores, senadores e deputados, que vão querer usar essa tática. Não sei vocês, amigos leitores, mas eu já tenho 3 candidatos que me seguem no Twitter, não porque estão interessados no que eu digo, mas por ser uma tática de "eu te sigo, você me segue". </p><p>
</p><p>
Em alguns casos, essa tática dá resultado. Recentemente, fiz uma ação para uma marca de tênis, onde comecei a seguir pessoas que estavam dentro do meu target. Em uma sexta-feira, no período da tarde, pulei de 80 para 260 seguidores (um bom número para a 1ª semana da ação). Ao final do mês da promoção, havia 1,3 mil seguidores no Twitter do produto.</p><p>
</p><p>
Para este artigo, vamos focar nos dois principais candidatos à presidência no Brasil: José Serra e Dilma Rousseff. Não quero de maneira nenhuma colocar neste artigo qual a minha opinião de qual o melhor candidato, apenas dar uma visão de profissional de planejamento estratégico digital sobre ambas as campanhas.</p><p>
</p><p>
José Serra já é um conhecido "tuiteiro" há algum tempo, desde que ele assumiu o governo de São Paulo. Atualmente, seu Twitter é seguido por mais de 285 mil pessoas. Dilma lançou o seu há poucos meses e já conta com aproximadamente 109 mil seguidores. </p><p>
</p><p>
No Facebook, José Serra tem mais de 6 mil seguidores, enquanto Dilma conta com mais de mil seguidores, entretanto a comunidade contra a candidata tem aproximadamente 4 mil seguidores. </p><p>
</p><p>
Analisando o Orkut, vemos que Serra possui 237 comunidades com seu nome, entre as principais destacam-se duas com o mesmo nome "José Serra Presidente 2010", sendo uma com mais de 66 mil seguidores e outra com 8 mil, "José Serra Presidente" com mais de 13 mil seguidores - o que vemos 85,5 mil potenciais eleitores do candidato; Dilma possui 178 comunidades, com destaque para "Apoiamos Lula agora é Dilma PT" com 97 mil membros, entretanto a "petista" possui um número maior de comunidades contra ela do que José Serra.</p><p>
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Vamos continuar este assunto no próximo artigo. Mas você já pode deixar seus pontos de vista e começar uma discussão nos comentários.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:06:51 GMT</pubDate>
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<title>Nem monólogo nem diálogo: sua empresa está é falando sozinha na web 2.0</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4447/nem-monologo-nem-dialogou-sua-empresa-esta-e-falando-sozinha-na-web-2u0.html</link>
<description><![CDATA[<p>Depois de tanto tempo acostumadas ao período de monólogos, agora as empresas estão correndo desesperadamente atrás do tempo perdido através de diálogo com seus clientes, fornecedores, colaboradores externos e internos e, principalmente, o diálogo com ela mesma.</p><p>
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Tão prejudicial quanto manter uma via de mão única é estabelecer uma avenida com três, quatro ou cinco faixas sem o menor planejamento, sem estruturas básicas e rascunhos pré-estabelecidos caso tudo venha a dar errado.</p><p>
</p><p>
O monólogo, que por um longo período comandou toda a hierarquização de corporações, mercados e consumos, criou nas empresas um vício extremamente perigoso. O erro se projeta em um afobamento em aderir todos os novos canais de mídias, principalmente as redes sociais, exteriorizando uma fraqueza institucional gravíssima, que por muitas vezes deixará sequelas profundas.</p><p>
</p><p>
Concordamos que o diálogo é essencial no digimundo empresarial de hoje, mas ao sair de um espaço-tempo-estrutura e entrar em outro contexto sem o menor pudor é colocar desnecessariamente em risco todo um trabalho de imagem institucional e comercial, seja offline ou online.</p><p>
</p><p>
Somente aderir contas em redes sociais ou mídias sociais, às cegas, é como entrar na rodovia na contramão. A precariedade e a precocidade com que muitas empresas estão modificando suas plataformas para o modelo digital é, em grande parte, responsabilidade de grandes agências de mídia comunicacional.  </p><p>
</p><p>
Números maquiados, fantasmagóricos e sem a base necessária para a aplicação em diferentes contextos são apresentados às empresas, porém cada corporação apresenta uma realidade cultural, financeira e estrutural totalmente diferente das demais. Na época da bolha, todos falavam como sinônimo de internet a criação de páginas pessoais ou profissionais na web. Hoje associam muito a internet às temidas e clamadas mídias sociais. </p><p>
</p><p>
Para começar: mídia social não é sinônimo de internet! Se sua empresa tem um site institucional e possui alguns canais em redes sociais, isso não significa que ela é uma empresa 2.0. Para ficar bem claro, uma empresa 2.0 se baseia muito mais em sua estrutura de pensamentos e capital humano do que os perfumes que ela usa no Twitter ou no Facebook.</p><p>
</p><p>
Muito cuidado ao sair do monólogo para o diálogo. Muito cuidado ao abandonar o "convencional" para aderir ao "digital". Sua empresa está tão impetuosa em falar com todos e em diversos canais que ela pode acabar falando sozinha, seja no Twitter ou no Facebook. Nem o eco consegue acompanhar.</p>]]></description>
<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 17:12:22 GMT</pubDate>
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<title>O email marketing em ano de Copa do Mundo</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4446/o-email-marketing-em-ano-de-copa-do-mundo.html</link>
<description><![CDATA[<p>Dez entre dez pessoas e empresas devem falar de Copa do Mundo em 2010. Nesse cenário, não pude deixar de escrever um artigo de algo que tem total relação com as expectativas da indústria de produtos e serviços e, claro, do consumidor.</p><p>
 </p><p>
Se, por um lado, almejamos o tão sonhado Hexa (que não virá), as empresas também se preparam para aquecer suas vendas, muitas com foco em ações que foram plantadas previamente para conquistar o consumidor também nesse momento.</p><p>
 </p><p>
Quem cuidou e cuida do relacionamento digital tem grandes chances de garantir um maior volume de vendas nessa época do ano. Para quem não cuidou, chegou a hora de começar, urgentemente.</p><p>
 </p><p>
As datas sazonais são períodos em que o número de vendas, naturalmente, se eleva, seja no varejo de lojas físicas ou no comércio eletrônico. Investir em ações digitais em épocas do ano como essas, como, por exemplo, email marketing, potencializa o crescimento em vendas, além de favorecer o relacionamento digital entre a marca e o público que ela deseja alcançar, desde que aplicadas as boas práticas de marketing direto no ambiente digital. </p><p>
 </p><p>
O email marketing como potencial na Copa</p><p>
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 </p><p>
O varejo eletrônico está crescendo de forma muito acelerada. Em 2009, o faturamento do e-commerce no Brasil somou R$ 10,6 bilhões (dados do e-bit). Hoje é possível comprar artigos esportivos, eletroeletrônicos, itens de informática, enfim, tudo o que em um ano de Copa gera mais interesse pelo consumidor. </p><p>
 </p><p>
E, nesse momento, o canal email marketing é uma das ações mais favoráveis para elevar o volume de vendas. Ele chega até o consumidor, ou seja, o cliente não precisa ir buscar o que precisa, ele pode receber em suas mãos (ou melhor, em seu email). Claro, com uma estratégia bem definida, banco de dados atualizado e definição de público que realmente seja o alvo dessa loja online. O varejo off line também pode se beneficiar, com campanhas de email marketing promocionais que trazem o consumidor à loja física. Basta cuidar, principalmente, dos dados certos de quem se quer atingir para gerar maior ROI (Return on Investiment) e, com toda certeza, mensurar.</p><p>
 </p><p>
A Copa é considerada o maior evento esportivo do planeta. Dados da e-bit apontam que a expectativa maior está na venda de produtos como TVs de tela plana e Artigos Esportivos. Essa última categoria já vem apresentando enorme crescimento. De acordo com os dados levantados, a venda de "Artigos Esportivos" cresceu 145% na variação de pedidos, em comparação de Outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. Os dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) apontam que os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.</p><p>
 </p><p>
Esses setores, principalmente, devem estar atentos ao potencial do ambiente digital, neste ano, mais do que nunca. Ações de email marketing bem planejadas aliadas ao investimento em Search Marketing e muita campanha promocional digital são recursos fundamentais para trabalhar não apenas as vendas, mas o branding. É um dos momentos mais apropriados para fortalecer uma marca e interagir com quem quer realmente dar atenção a ela.</p><p>
 </p><p>
As ações de email marketing requerem investimentos dedicados não apenas ao custo por envio, mas para o tempo de desenvolvimento da campanha, layout da peça, estratégia para conquistar o público e produção de conteúdo relevante e atrativo. Outro cuidado é a análise da concorrência, procurar identificar o que estão fazendo, pensar em teasers para despertar a curiosidade previamente a determinada data sazonal ou evento e, fundamentalmente, mensurar, mensurar e mensurar. </p><p>
 </p><p>
Com a análise de resultados, principalmente por meio das campanhas digitais, é possível conquistar de verdade quem se almeja. </p><p>
 </p><p>
A consequência? Maiores chances de atração para compra de determinado produto ou serviço, ainda mais em ano de Copa, onde os consumidores buscam novidades para entretenimento o tempo todo.</p><p>
 </p><p>
Combinar marketing direto com marketing promocional em datas sazonais vai exatamente ao encontro do que o consumidor busca. Períodos sazonais potencializam as ações de marketing como um todo.</p><p>
 </p><p>
Ano de Copa... ano de marketing... ano de... email marketing. Aproveite os recursos e mãos à obra.</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:10:47 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>A vulgarização da inovação</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4445/a-vulgarizacao-da-inovacao.html</link>
<description><![CDATA[<p>No novo mundo, o comportamento do consumidor está sendo redefinido. Ele desenvolve filtros e intimidades com produtos e serviços, que exigem movimentos rápidos, evolução e reinvenção constantes. Bons tempos, não é mesmo? Para uns, sim. Para outros, não.</p><p>
</p><p>
Sobrevivência agora significa entender que o mundo está repleto de marcas e, cada vez mais, estas são menos respeitadas, confiadas e despertam menos atributos e diferenciais - é o que os especialistas chamam de "saliência de marca".</p><p>
</p><p>
De fato, inovação mais do que nunca se torna a espinha dorsal do crescimento e a vantagem competitiva das corporações modernas. Por outro lado, ironicamente, o termo está ficando gradualmente vulgarizado. Tristemente em frangalhos.</p><p>
</p><p>
Pergunto: teria a disciplina da inovação se tornado comoditizada? Talvez. Há boas possibilidades. Certas questões se mostram ignoradas por grandes marcas e corporações no mundo e, em especial, no Brasil. Ignoradas até mesmo pelos supergurus egocêntricos que nascem todos os dias no Twitter ou em outras plataformas.</p><p>
</p><p>
Vejam as seguintes questões:</p><p>
</p><p>
Quanto que a mídia espontânea estimula os departamentos de uma empresa a evoluírem e redefinirem processos?</p><p>
</p><p>
Qual é a influência do boca a boca digital no budget da comunicação ou no desenvolvimento de produtos e serviços?</p><p>
</p><p>
Como o ato de inovar nas redes sociais contribuirá para os objetivos fundamentais do negócio?</p><p>
</p><p>
Qual o ciclo de vida e evolução de insights e boas ideias nas mídias sociais, abandonando o velho modelo das discussões (focus group)?</p><p>
</p><p>
As regras do processo de feedback estão sendo redefinidas, gerando laboratórios de aprendizado e escuta para as marcas mais astutas. Inovação na websocial exige fundamentalmente escuta digital estratégica, séria e metódica. Aprendizado constante e inspiração em tempo real também são ingredientes dessa receita. Questões como ranking de influenciadores nas redes sociais, painel de tendências e análise de sentimentos, assim como dispersão e volume, devem estar no dia-a-dia de qualquer marca que almeje um trabalho relevante na web. É sempre bom lembrar que ouvir por ouvir já não é mais suficiente. É preciso organizar e planejar com conhecimento assimilado.</p><p>
</p><p>
Outra questão: você não acha também que boa parte dos inovadores de marca que atuam na internet perseguem insanamente a tecnologia, em vez do comportamento do consumidor/usuário de redes sociais? </p><p>
</p><p>
As ferramentas vêm e vão na velocidade da luz, tornando-se cansativo e praticamente impossível de acompanhá-las. Empresas e seus estrategistas de marketing têm de tomar cuidado com planos e ofertas que começam com estratégias de Orkut, Twitter ou Facebook. Acima de tudo, marcas e corporações devem focar em seus stakeholders, verdadeiramente ouvindo, segmentando adequadamente para inovar com qualidade, evitando desperdícios e concentrando-se em como esses públicos se comportam no ambiente virtual.</p><p>
</p><p>
Outra questão fundamental é que inovar na era digital envolve um processo de integração com as mídias sociais junto à cadeia de valor corporativa e muitas vezes exigindo ruptura cultural intraempresa. Em seu mais recente livro, Charlene Li ("Open Leadership", ou "Liderança Aberta", em português) argumenta que líderes modernos precisam entender melhor a nova cultura de compartilhamento desencadeada pela evolução do mundo conectado. Segundo a autora, o primeiro passo é</p><p>
</p><p>
"reconhecer que você não está mais no controle. Clientes, colaboradores e parceiros estão." (...) "Esta é uma moda que não desaparecerá. Crescerá cada vez mais, com ou sem você!"</p><p>
</p><p>
Vale lembrar que esse não é um processo fácil. A geração "Y", principalmente, cresceu cética, vendo Enron, Mesbla, Mappin etc caírem. Líderes novos precisarão de habilidades únicas e humildade. Esses projetos não acontecem de um dia para o outro.</p><p>
</p><p>
Aconselhamos as empresas primeiramente a criar uma estrutura de governança e regulamentação para o ambiente web, que seja facilmente assimiladas por seus colaboradores. Um bom exemplo de política bem-sucedida de adaptação cultural aos novos tempos é a varejista americana Best Buy. Ela utiliza um exército de colaboradores como verdadeiros representantes da marca, que dão intenso suporte aos clientes da empresa. Não seria isso real vantagem competitiva? O pulo do gato, então, é saber como fazer.</p><p>
</p><p>
A marca que acredita prever inovações tende a morrer. Na era digital, o processo de inovação é um estágio avançado no qual a empresa precisa trabalhar, antes de qualquer coisa, pelos processos e políticas internas, entender o comportamento do internauta e sempre responder ao emissor da sugestão, ou seja, os internautas que se comunicam com sua empresa via web, mesmo que ela não seja útil para a companhia. Tudo isso alinhado aos conceitos primordiais de marketing.</p><p>
</p><p>
Inovação na internet é muito mais do que campanhas premiadas e barulhentas, romantismo de mudar o mundo e exageros. Inovar na era digital significa bom atendimento, reduzir custos de pesquisa e desenvolvimento, assim como inventários, pois os mesmos clientes que te ajudam a desenvolver produtos e serviços tenderão a consumi-los. Você está preparado para gerar inovação real de marca que traga valor plausível?</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:10:40 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Conhecimento gera reputação no comércio eletrônico</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4444/conhecimento-gera-reputacao-no-comercio-eletronico.html</link>
<description><![CDATA[<p>Reputação é um dos valores mais desejados no convívio social - na verdade, a boa reputação. No mundo real ou no virtual, a busca pela boa reputação está atrelada ao reconhecimento, à valorização do eu. Para o filósofo grego Sócrates, "a maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se ser aquilo que se deseja parecer." Mas como isso está relacionado ao mundo empresarial?</p><p>
</p><p>
Inspiradas nas pessoas, as empresas perceberam que boa reputação atrai talentos no que se refere a colaboradores, gera confiança por parte dos investidores, desperta preferência por parte do consumidor e tolerância em momentos difíceis. Atualmente estamos diante de uma reputação corporativa que pode ser resumida como sendo a soma das opiniões dos stakeholders sobre determinada empresa.</p><p>
</p><p>
Sendo assim, como construir uma boa reputação corporativa entre os influenciadores e clientes de uma marca ou empresa? Como estabelecer a boa reputação corporativa onde um dos mais importantes stakeholders (o cliente) é somente um código, um e-mail, como no caso do comércio eletrônico?</p><p>
</p><p>
No universo do comércio eletrônico, uma das formas mais efetivas de conquistar uma boa reputação advinda dos clientes é através da transparência e do fornecimento de informações. O nosso papel como agente do cliente é fornecer informações suficientes e na medida certa para que eles sintam como se estivessem no mundo real, tangível e sempre tomem a melhor decisão. Fornecer pouca informação ao cliente não o deixará confiante para a compra. Por outro lado, fornecer informação em excesso dificultará a tomada de decisão, reduzindo a venda e gastando o tempo do cliente.</p><p>
</p><p>
Demonstrar conhecimento sobre os produtos que comercializa de forma transparente é o melhor meio de fornecer informações aos clientes. Abaixo, seguem algumas técnicas para demonstrar conhecimento dos produtos e conquistar uma boa reputação merecem destaques:</p><p>
</p><p>
Use recomendação para mostrar que você sabe como seus produtos se encaixam no gosto dos seus clientes. Se os clientes confiam no seu conhecimento, eles confiarão nas suas recomendações, o que na maioria das vezes se traduzirá em mais compras, porém baseadas em recomendações confiáveis.</p><p>
</p><p>
Mostre os testemunhos dos seus clientes. O testemunho de clientes é uma das formas que traz maior confiabilidade a um produto. Se existir alguma opinião negativa, reaja rápido no esclarecimento e proposição de ações para resolução. Os clientes querem ter a certeza de que eles pertencem à comunidade e são membros respeitados.</p><p>
</p><p>
Divulgue os prêmios que o produto ou a empresa conquistou. Prêmios, selos e ou conquistas chanceladas por entidades reconhecidas trazem confiabilidade à empresa e/ou ao produto.</p><p>
</p><p>
Passe a informação certa aos clientes, de forma fácil. As pessoas não pensam na forma de palavras. O Windows é uma prova concreta disso.</p><p>
</p><p>
Transforme a experiência de compras em algo divertido. As pessoas se divertem lendo histórias e olhando imagens. Elas se sentirão mais confiantes para decidirem por algo em um ambiente divertido.</p><p>
Cada vez que interagir com seus clientes, exponha alguma recomendação na frente deles.</p><p>
</p><p>
Use a opinião de especialistas de forma moderada. Conhecimento é o que os clientes desejam, não opinião de especialistas. Na maioria das vezes, os especialistas não falam a língua dos clientes.</p><p>
</p><p>
Após conhecer várias formas de construir uma boa reputação corporativa no comércio eletrônico, é hora de transformar o conhecimento em ações. Como diria o grande empreendedor americano Henry Ford, "você não pode construir uma reputação baseado no que ainda você vai fazer."</p><p>
</p><p>
Até o próximo! Um abraço!</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:30:02 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>O que é insight do planejamento?</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4442/o-que-e-insight-do-planejamentou.html</link>
<description><![CDATA[<p>O profissional de planejamento estratégico digital, que neste artigo vou chamar de planner, tem inúmeras funções dentro do processo de planejamento de um projeto, tanto no âmbito digital quanto no offline.</p><p>
</p><p>
A partir do momento em que um planner recebe o briefing do atendimento, o trabalho vai além de simplesmente ler o material, pesquisar sobre a marca e analisar o comportamento do consumidor. O planner tem a missão de inspirar a Criação, mas repito, inspirar, e não criar! No Brasil temos excelentes profissionais, deixemos o trabalho criativo para eles.</p><p>
</p><p>
Quando o planner vai passar o conceito e a estratégia de comunicação para a criação, números como "73% das pessoas compram pela web" e "64% compram duas vezes ao ano" não interessam aos criativos. Já ouvi vários profissionais de criação comentando que "números são coisas para planners e mídias. Queremos saber do resultado final". Aproveitando o exemplo dos números acima (que são aleatórios, apenas para exemplificar), nós, planners, usamos esses dados para defender nossa estratégia para nossos chefes e clientes.</p><p>
</p><p>
Para começar, a criação precisa que os planners mostrem qual direção seguir para atingir o objetivo de comunicação do cliente e, consequentemente, conquistar também o de marketing. Após a fase de criação da direção estratégica, passamos ao conceito que foi elaborado através de planejamentos, pesquisas e estudos resumidos em uma simples frase, o famoso "insight do planejamento".</p><p>
</p><p>
Vamos a um exemplo prático: em 2007, enquanto trabalhava como planner da CapuccinoDigital, recebi a missão de planejar para a concorrência do energético Burn (Coca-Cola). Após cinco dias intensos de planejamento e pesquisa, apresentei minha idéia à criação: "burn the internet". Ou seja, a idéia era que a criação "tocasse fogo na web" para conseguir atingir o consumidor e Burn (que significa queimar, em inglês, e o logotipo é uma chama estilizada) despertaria o interesse pela marca, site e ações.</p><p>
</p><p>
A partir do "insight do planejamento", a criação "pirou" nos layouts, promoções, idéias para vídeos e ações em redes sociais. O resultado? Conta do produto na agência, mas graças ao trabalho em equipe de todos: criação, mídia, planejamento e atendimento.</p><p>
</p><p>
Quando nós do planejamento nos dedicamos ao projeto, vários insights surgem durante pesquisas e leituras. Minha dica é anotar em uma folha todos que vêm à mente e depois incluir o material em slides no Power Point, para que possa ser um resumo ou um slogan do que você deseja passar. Raramente o seu insight vai virar o slogan da campanha, mas pelo menos vai ajudar no processo criativo.</p><p>
</p><p>
Planners, se dediquem a inspirar a criação, seja com um slogan, uma imagem, um texto ou apenas um site que você acredita ser interessante. A criação e o planejamento devem cada vez mais trabalhar em conjunto - se precisar, literalmente lado a lado. O insight é a melhor forma que temos de fazer esse elo.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:05:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Entenda melhor e aumente o quality score de suas palavras chave</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4441/entenda-melhor-e-aumente-o-quality-score-de-suas-palavras-chave.html</link>
<description><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Depois de algum tempo, estou de volta para falar sobre um assunto que muitas pessoas têm duvidas, que é o índice de qualidade, ou quality score, de uma palavra.</p><p>
</p><p>
Para quem ainda não ligou "o nome à pessoa", com esse índice é possível ser visto nas estatísticas de sua conta, no campo de análise de palavra-chave e nos relatórios de sua conta. O índice de qualidade é importantíssimo para sua campanha, pois ele é um dos responsáveis pela posição de seu anuncio e pelo CPC real da sua palavra chave.</p><p>
</p><p>
Para entender o índice de qualidade, vamos saber exatamente qual a sua utilidade. Basicamente, um alto índice de qualidade na sua palavra chave ativa em seu anúncio uma posição mais alta, pagando um valor menor que seus concorrentes com índice de qualidade de menores, ou seja, ele influência no CPC real da palavra chave, lances de primeira página e classificação de anúncios.</p><p>
</p><p>
Como é formado o Índice de Qualidade</p><p>
Três elementos formam o quality score:</p><p>
</p><p>
CTR: é responsável por 60% do índice, ou seja, quanto mais clicado for o seu anúncio, melhor. Isso acontece porque o que o Google busca é justamente mostrar para o usuário anúncios relacionados com a busca, e também exibir o anúncio para quem o procura.</p><p>
</p><p>
Relevância: 30% do índice de qualidade é baseado na relevância, o Google decide a relevância analisando a linguagem no contexto de um anúncio ou pesquisa determinando o quanto eles se relacionam com a palavra chave. Isso assegura que somente anúncios úteis sejam exibidos para os usuários e evita que os anunciantes paguem por uma pesquisa que não seja relacionada ao seu serviço ou produto.</p><p>
</p><p>
Página de destino (Landing Page): um anúncio só é considerado útil ao usuário se a página de destino ao menos ajudá-lo a encontrar a informação que procura. Uma landing page de alta qualidade deve possuir conteúdo relevante e original, ser facilmente navegável, carregar rapidamente e ter um mínimo de pop ups ou pop unders, além de também ser transparente quanto à natureza de seu negócio, à interação com o computador do visitante e quanto ao uso das informações pessoais do visitante.</p><p>
</p><p>
Agora que você já sabe mais sobre índice de qualidade, use isso em proveito de suas campanhas, pague menos pelos seus cliques e ganhe um melhor posicionamento.</p>]]></description>
<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 17:01:17 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>E-mail marketing no B2B</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4440/e-mail-marketing-no-b2b.html</link>
<description><![CDATA[<p>O uso do e-mail marketing como um instrumento eficiente no aumento das vendas em uma relação B2C já é bastante conhecido. O que ainda não é de conhecimento de muitos empresários é a utilização dessa ferramenta como grande fomentadora de negócios para um canal B2B.</p><p>
</p><p>
Para muitos profissionais, conquistar a atenção do parceiro de negócios através do e-mail tem se tornado um grande desafio. Na era do excesso de informação, é grande a chance de o seu e-mail se tornar apenas mais um item não lido na caixa postal. Para que isso não ocorra, ou melhor, para que a sua empresa não desperdice mais oportunidades, existem alguma dicas preciosas.</p><p>
</p><p>
A primeira delas é investir no branding. Através de um modelo de e-mail bem desenhado, entregar mensagens com a identidade da marca fortalece a credibilidade do leitor e cria uma ponte visual que torna mais constante a presença da empresa.</p><p>
</p><p>
A segmentação é outro ponto importante - classificar os destinatários em grupos de afinidades de acordo com as segmentações pré-definidas pela empresa. Dessa forma, seus parceiros somente receberão as informações que realmente importarem para eles, e a sua empresa colherá um resultado mais positivo das ações de envio com mais e-mails lidos e menos e-mails ignorados.</p><p>
</p><p>
Personalizar também é preciso. Com a lista de receptores devidamente classificada e segmentada em um banco de dados, é possível exportar informações que irão personalizar o e-mail. Relatórios de vendas, transações e convites podem ser entregues com uma maior agilidade e relativo baixo custo.</p><p>
</p><p>
Integrar o e-mail a outros canais digitais é outro ponto a ser notado. A recente explosão das redes sociais, a popularização de extranets e o desenvolvimento de exclusivos portais de parceiros de canal mostram-nos que o comportamento digital está em constante mudança. Estar atento a essas mudanças é importante para integrar o seu serviço de e-mail marketing às outras mídias. Ele deve ser parte integrante de um plano de marketing e comunicação digital bem definido.</p><p>
</p><p>
O ROI (Return On Investment) também não é mais o mesmo. Por algum tempo, creditou-se o sucesso de uma ação de e-mail marketing ao retorno do clique efetuado pelo usuário. Porém, mais eficiente do que o clique é a conversão. Se no planejamento da sua ação, o pretendido era a inscrição em um curso, mais importante do que os cliques para a exibição das informações, será o ponto de conversão de destinatários em novos participantes. Dessa forma, a mensuração do retorno do investimento se torna palpável.</p><p>
</p><p>
Enfim, se anteriormente o foco estava nos envios em massa, hoje uma campanha bem estruturada de e-mail marketing está na personalização, no conhecimento da cultura digital e na integração com outras mídias. Isso sem falar, é claro, do conteúdo relevante para o destinatário.</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 17:17:12 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Imagem e reputação nas mídias sociais: tô de olho em você</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4439/imagem-e-reputacao-nas-midias-sociaisu-to-de-olho-em-voce.html</link>
<description><![CDATA[<p>Tente se lembrar de quanto tempo você levou para construir sua imagem, como profissional, dentro da área que você atua, ou até sua imagem pessoa, dentro do seu círculo de amizades. Tenho certeza de que isso levou algum tempo, dedicação, estudo e esforço. Somos o que falamos e fazemos, e isso nunca irá mudar, nem mesmo dentro da internet.</p><p>
</p><p>
Quem não conhece um amigo (ou talvez você mesmo faça isso) que utiliza o Orkut de forma pessoal e disponibiliza aquele álbum de fotos do último churrasco com os amigos, acreditando seu chefe ou cliente não verá aquelas fotos. No mesmo instante atualiza o LinkedIn de forma profissional e posta no Twitter algo que esteja fazendo, mas tem que ser algo interessante, né?!</p><p>
</p><p>
Bom, acreditar que existe um território na internet é burrice. Seu cliente, chefe, amigo ou alguém que está interessado em seu trabalho vai encontrar você na rede. Ter esse tipo de atitude é como tentar ser duas pessoas, uma que trabalha, que é uma pessoa séria e muito estudiosa e educada, e outra que só quer sair, ver os amigos, ir naquele barzinho bacana da cidade e contar piadas o tempo todo. Isso sempre foi impossível de sustentar e, na internet, é pior ainda.</p><p>
</p><p>
"São necessários 20 anos para construir uma reputação e cinco minutos para destruí-la" - Warren Buffett</p><p>
</p><p>
Construir sua imagem e reputação no mundo digital em que vivemos hoje se resume a uma palavra: sinceridade.</p><p>
</p><p>
Mas, então, como podemos fazer?</p><p>
Antes de tudo, tenha em mente o que eu acabei de falar: todos estarão de olho em você em qualquer lugar, afinal, não é isso que queremos quando expomos nossas opiniões e nossa vida nas redes sociais, sejam elas online ou offline?</p><p>
</p><p>
Utilize as redes sociais online que você acredita que sejam mais pessoais, tais como Orkut e Facebook para manter contato com seus amigos, mas antes, sempre se pergunte: "eu gostaria que meu chefe ou cliente visse isso?".</p><p>
</p><p>
O Linkedin e o Twitter são mais utilizados, por muitas pessoas que conheço, de forma mais profissional. Principalmente o LinkedIn, que já tem no seu conceito esse tipo de uso. Tente não exagerar quando falar da sua carreira, lembre-se de que lá também estão seus amigos e eles sabem a verdade sobre você.</p><p>
</p><p>
Já o Twitter é uma rede mais informal e tem em sua essência a idéia de falar sobre qualquer coisa que estejamos fazendo. Mas às vezes é exatamente aí que está o erro: divulgar informações totalmente inúteis. Tente postar informações interessantes, conhecer pessoas que estão na mesma sintonia que você, principalmente no profissional, e pense antes de soltar aquele tweet mais alegrinho.</p><p>
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"A boa reputação não é dada pelas riquezas, mas pelo próprio caráter" - Dionísio Catão.</p><p>
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Eu levei nove meses pra nascer, e você?</p><p>
Parece até engraçado, mas no mesmo dia em que eu escrevia este artigo, percebi que meu cuidado com a minha imagem e reputação, ligados aos meus projetos e trabalhos, surtirão um grande resultado.</p><p>
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Quando iniciei o trabalho com o meu maior projeto, o Blog Mídia Boom, tinha certeza de onde queria chegar. Tudo baseado em planejamento e cada ação no seu tempo e momento certo. Isso aconteceu no final de setembro de 2009 e, de lá pra cá, foram muitos Tweets, links no Facebook, eventos e bate papo com pessoas interessantes que nunca achei que iria conhecer.</p><p>
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Sua reputação online depende exclusivamente da sua reputação offline. Crie ramificações no seu networking com uma boa reputação, sendo você mesmo nos eventos, quando conhecer novos amigos na internet, os colaboradores dos seus projetos e à medida que você for apresentado para mais e mais pessoas interessantes. Manter essa proximidade precisa estar tanto no online, como no offline.</p><p>
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"Consciência e reputação são duas coisas diferentes. A consciência deve-se a ti, a reputação deve-se ao teu vizinho" - Santo Agostinho.</p><p>
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Depois de nove meses bem planejados, conheci grandes blogueiros, pessoas sensacionais em diversas áreas. Ganhei amigos e participei de um debate com três dos maiores nomes da internet e da blogosfera no Brasil. Então, percebi que isso foi o resultado, e continuará sendo, de toda essa dedicação e trabalho bem executado que fiz nesses nove meses com o blog Mídia Boom no ar.</p><p>
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Algumas dicas</p><p>
Seja você mesmo em qualquer situação e, se isso lhe incomodar, melhore. Aprenda a demonstrar confiança e sinceridade para as pessoas que você quer manter contato e, mais do que tudo, mostre que suas idéias e projetos têm conteúdo e que você está ali para fazer a diferença.</p><p>
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Nenhum profissional respeitado no mercado em que você atua irá manter proximidade com alguém sem antes perceber que aquela pessoa é de confiança. Voltamos às amizades do mundo offline, pois tenho certeza de que você não levaria uma pessoa que acabou de conhecer no elevador para conhecer sua família ou chefe.</p><p>
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Primeiro, estude, descubra qual é a melhor forma de criar uma boa imagem dentro da sua área de atuação e esteja disposto a fazer três coisas: trabalhar, trabalhar e trabalhar.</p><p>
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Uma reputação online - ou offline - se constrói com o tempo. Esqueça a tecnologia, ela é só uma ferramenta, crie seu foco nas pessoas, elas, sim, lhe trarão sucesso e felicidade.</p><p>
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"Uma boa reputação vale mais do que dinheiro" - Publílio Siro.</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 18:34:09 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Faça uma autoanálise de sua loja virtual</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4438/faca-uma-autoanalise-de-sua-loja-virtual.html</link>
<description><![CDATA[<p>Sempre penso nas micro e pequenas empresas quando vou escrever, pois admiro muito essa nossa massa de empreendedores brasileiros que "não desistem nunca" e fico imaginando como posso dar a minha contribuição. Muitos micro e pequenos empresários não têm acesso a algum tipo de assessorias (consultores ou empresas especializadas), que fazem o trabalho de analisar o empreendimento digital e apontar os possíveis erros e as possíveis soluções.</p><p>
</p><p>
Porém, é possível iniciar esse processo sozinho. Fazer uma análise do seu e-commerce pode ser mais simples do que você imagina: basicamente, basta se colocar no lugar do cliente.</p><p>
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Veja alguns itens que podem te ajudar a fazer uma análise da sua loja virtual, pontuar problemas e orientar com melhorias. A lista não acaba com a necessidade de um especialista para uma análise mais aprofundada, mas pode ser um bom primeiro passo.</p><p>
</p><p>
01. O meu cliente sabe exatamente onde está?</p><p>
Quando seu cliente está navegando na sua loja, e ela possui várias categorias e subcategorias, é fundamental demonstrar em que seção ele se encontra. Isso deve ser feito com títulos, sub-cabeçalhos ou um indicador de caminho, como Home >> Categoria >> Subcategoria >> Produto.</p><p>
</p><p>
02. Meu cliente consegue filtrar suas pesquisas com liberdade?</p><p>
Quando o internauta procura um item para comprar, alguns fatores podem ser mais importantes que outros, dependendo da pessoa, dos seus objetivos e do produto escolhido. Preço, tamanho, cor, mais comprados e fabricante são só alguns exemplos de filtros que devem estar disponíveis para seu usuário ficar à vontade e se decidir.</p><p>
</p><p>
03. Meu cliente consegue ver todos os produtos de uma subcategoria ao chegar nela?</p><p>
A menos que você tenha mais de 100 produtos dentro de uma sub-categoria, é interessante para o usuário poder ver todos eles em uma página só.  Está provado que aqueles números abaixo da lista (Inicio - 2 - 3 - 4 - ... - 10 - Fim) usados para paginação irritam e fazem com que os produtos do final da lista sejam prejudicados.</p><p>
</p><p>
04. Meu cliente tem acesso à disponibilidade real daquele produto?</p><p>
Imagine o seguinte: seu cliente está comprando um tênis e encontrou aquele que ele sempre quis. O site fez o serviço certinho e ele foi convencido a fechar a compra. Na hora de registrar o tamanho, o cliente descobre que aquele tamanho não está disponível. Pense só, não importa o que você faça depois disso, a boa experiência de compra já foi toda para o ralo e o sentimento de alegria se torna uma decepção sem tamanho.</p><p>
</p><p>
05. Meu cliente precisa clicar quantas vezes até ter alguma informação sobre o produto?</p><p>
Essa história de não colocar o preço na primeira página ou esconder as informações para mostrar somente na página especifica do produto também é um tiro no pé. É preciso aproveitar os espaços com sabedoria; uma idéia é sempre ter uma descrição curta próxima às fotos na vitrine e nas categorias principais, isso facilita muito na hora da compra.</p><p>
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06. Meu cliente consegue encontrar e utilizar a ferramenta de pesquisa?</p><p>
Ter uma ferramenta de pesquisa visível é primordial para aqueles clientes que não gostam de ficar passeando por toda a loja e desejam ir direto ao ponto. Verifique se ela está bem situada (geralmente na parte superior direita) e se o seu funcionamento é fácil e eficaz.</p><p>
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07. Meu cliente consegue ver detalhes do produto?</p><p>
As imagens devem estar em ótima qualidade, devem ser criadas por profissionais, uma opção de zoom de 2X ou 3X será um diferencial de sua loja.</p><p>
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08. Meu cliente tem acesso a todas as informações necessárias para fechar a compra?</p><p>
Aconteceu comigo. Eu estava pesquisando uma pasta de zíper para meu notebook, achei várias boas mas não pude comprar, pois não sabia se o modelo do meu notebook encaixava com as especificações de tamanho da pasta. Isso era algo simples de resolver: bastava ter as informações de dimensões. Você deve sempre se antecipar às dúvidas de seus clientes e disponibilizar as informações em uma guia "mais detalhes".</p><p>
</p><p>
09. Meu cliente sabe as opções de entrega que temos, desde o início?</p><p>
O cliente precisa saber as opções de entrega desde o início do processo de compra, bem como os prazos. A entrega expressa é uma ótima opção para atrair mais clientes e aumentar suas vendas. A entrega expressa funciona assim: você delimita uma área da cidade e proximidades que poderá atender por moto ou pequenos veículos, calcula o preço desta comodidade e disponibiliza a opção ao cliente. Tenho certeza de que vários clientes pagam um pouco mais caro para ter seu produto no mesmo dia.</p><p>
</p><p>
10. Meu cliente recebe mensagens de correio eletrônico com informações sobre o pedido?</p><p>
Seu cliente deve receber uma mensagem com o resumo de toda a negociação logo quando finalizá-la; depois, a cada movimento, ele deve ser avisado, por exemplo se o financiamento foi aprovado ou se a mercadoria está a caminho e outras mensagens do gênero.</p><p>
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Conclusão</p><p>
Existem muitos outros itens que podemos verificar em uma loja virtual, o segredo é se colocar no lugar do cliente. No final, todo esse esforço lhe trará clientes fidelizados, gerando o true buzz, uma valorização da sua marca digital e a consolidação do e-relacionamento.</p><p>
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Até a próxima!</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:02:31 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Seu site não tem que ser o primeiro. Tem que ser referência</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4437/seu-site-nao-tem-que-ser-o-primeirou-tem-que-ser-referencia.html</link>
<description><![CDATA[<p>Acredito que todos já ouviram essa frase, e eu não estou aqui para criticar, afinal, ela é verdadeira. Em minhas palestras eu sempre apresento números que mostram que, das 70 milhões de pessoas que acessam a web no Brasil, 92% usam buscadores, sendo que desses, 95% usam o Google; dos que usam o Google, 90% não passam da primeira página (dados de Maio/2010). Ou seja, estar em primeiro lugar na busca é uma arma de impacto poderosa, mas neste artigo quero ir além disso.</p><p>
</p><p>
Para que um site traga resultado para uma marca, estar bem otimizado nos buscadores, e entendemos aqui o Google como o principal deles, é uma das táticas, mas não a única. Não se pode desprezar as Redes Sociais no país mais apaixonado pelas redes no planeta: o Brasil, claro. Não se pode esquecer que a grande maioria das pessoas passa até 80% do seu tempo conectado em redes como Orkut, MSN, YouTube, Facebook ou Twitter e que somos o pais líder ou vice-líder de acesso mundial a esses players.</p><p>
</p><p>
Nasce um novo blog a cada um segundo no mundo, e o Brasil já é um dos países que mais acessa blogs no planeta; o brasileiro é um povo apaixonado por games, principalmente os onlines, e agora, com a febre da convergência, é possível acessar a web do Playstation 3 ou do Xbox, os vídeogames da moda no mundo todo que são muito vendidos por aqui.</p><p>
</p><p>
Em um país com mais de 182 milhões de celulares ativos, para uma população de 192 milhões, desprezar ações de SMS é um outro erro. Destes 182 milhões, 14 milhões de aparelhos são smartphones que, enquanto a classe AB compra para acessar e-mails, a classe CD compra para ver TV no ônibus. E, por falar em vendas, em 2009, em 1 a cada 1 brasileiro que comprou pela web, comprou um livro; foram 17 milhões, que compraram também geladeiras, fogão, carros, apartamentos, viagens, passagens aéreas, impressoras, celulares, PCs. Venderam-se mais PCs do que TVs em 2008, 2009 e acredito que, mesmo com a Copa, 2010 tenha o mesmo cenário. E não acredito que isso mude.</p><p>
</p><p>
Mas onde as pessoas jogaram, pesquisaram, compraram, leram uma notícia, se relacionaram em uma rede? Em sites referências! Quando você vai pesquisar preços, você vai no Buscapé e acaba comprando no Submarino; quando vai ler uma notícia, vai no UOL ou Terra. Se precisa pesquisar sobre tecnologia, vai no Gizmodo e aqui no iMasters.</p><p>
</p><p>
Esses sites estão entre os mais acessados em suas áreas, são bem comentados pela rede e isso faz com que o page rank do Google entenda que se trata de sites relevantes em suas áreas e, por isso, "merecem" ser melhor colocados; nesse momento, entra a estratégia de otimização para complementar tudo o que é feito para o site ser uma referência e, aí sim, ser um dos primeiros no Google.</p><p>
</p><p>
Entretanto, como eu disse, ser o primeiro no Google nem sempre é o suficiente, pois quando o site é referência ele automaticamente terá essa posição não apenas no Google, mas será o mais buscado no Twitter, terá a maior comunidade no Orkut e Facebook, mais vídeos no YouTube e, com isso, será também o mais comentado na Rede, gerando indicação das pessoas para outras, atraindo mais visitas, mais um motivo para o page rank entender que o site é referência, é relevante e por isso precisa estar mais bem posicionado do que os outros.</p><p>
</p><p>
A marca do site é outro fator importante para que ele seja uma referência. A sua construção no ambiente digital deve ser feita. Não é porque a Coca-Cola tem uma marca forte em todo o mundo que, na web, ela tem que deixar de lado seu trabalho, pois a força da marca migra para a web. O trabalho tem que ser exatamente o de aumentar sua força também no online, já que é possível ter outros concorrentes, que não são diretos no offline.</p><p>
</p><p>
A Casas Bahia, por exemplo, além de ver o crescimento da Insinuante e Ricardo Eletro no mundo das lojas físicas, tem na web Submarino e Americanas.com como grandes concorrentes, isso sem falar da concorrência das Casas Bahia com Lojas Cem, por exemplo (citaria o Ponto Frio, mas agora é tudo do mesmo grupo).</p><p>
</p><p>
Nós, planners, temos sempre que pensar o seguinte: antes de uma estratégia necessária de otimização de um site no Google, temos que fazer essa marca ser referência do segmento. Ser referência não é fácil, é um trabalho de longo, diria até de longuíssimo prazo, mas quando se atinge esse objetivo, as outras ações ficam mais fáceis de trazer retorno.</p><p>
</p><p>
E qual a melhor forma de ser uma referência no segmento? Conteúdo relevante, bom atendimento, ouvir e responder de forma one-to-one ao usuário, trabalhar bem as redes, monitorar o que se fala da marca e responder imediatamente. Entender que a web é criada e gerenciada pelo usuário e que as marcas estão lá para falar de igual para igual.</p><p>
</p><p>
A partir daí, entendendo tudo isso e fazendo um trabalho de qualidade, as marcas podem começar o processo de serem referências no mercado digital, mas corram, pois há muita gente já fazendo isso!</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 16:12:48 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Marketing Multicanal: o que quero, quando quero e onde quero</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4436/marketing-multicanalu-o-que-quero,-quando-quero-e-onde-quero.html</link>
<description><![CDATA[<p>O Marketing Multicanal está se tornando uma grande necessidade, tamanho é o crescimento do número de canais disponíveis para comunicar. Estamos numa era em que vivemos praticamente online. O que nos leva a uma reflexão: quando foi a última vez que assistiu a um programa de TV, em casa, na hora da transmissão (não gravado, não na reprise, não no youtube)? Qual foi a última vez que atendeu o seu telefone em casa depois das 19h? Recorda-se da última vez que você recebeu uma boa peça de marketing direto em casa, pelo correio?</p><p>
</p><p>
Agora pensem na frequência com que você consulta o e-mail. Quão perdido você se sente sem o celular ao lado? Quantas horas passa no Facebook, no Twitter ou no Orkut?</p><p>
</p><p>
No passado, a televisão e o marketing direto eram considerados canais de marketing outbound privilegiados, enquanto que, em sentido inverso, o marketing inbound gravitava à volta dos call centers e das lojas. A Internet mudou tudo isso. Mudou hábitos. Mudou comportamentos. É difícil conjugar verbos como comer, trabalhar, ler, pagar, recrutar e socializar sem ela. Mudou para sempre a forma como se compram e vendem produtos e serviços.</p><p>
</p><p>
Nós, consumidores, temos mais opções e expectativas mais elevadas; agora queremos tudo o que preferimos, no tempo em que o preferimos e as marcas têm que acompanhar essa evolução. Estamos mais usuários das tecnologias, de canais como o e-mail, mobile e redes sociais praticamente em simultâneo.</p><p>
</p><p>
Sabemos que os marketeers estão recolhendo os nossos dados para saberem quando estamos online, onde clicamos, o que compramos online, o que não compramos e muito mais. E esperamos secretamente que isso os ajude a disponibilizar tudo o que precisamos. Não, não queremos mais telefonemas chatos dos call centers!</p><p>
</p><p>
Mas hoje em dia não basta enviar a mensagem certa às pessoas certas no "timing" mais adequado. É preciso lhes fazer chegar essa informação através dos canais mais adequados. E com o crescimento exponencial de novas tecnologias e aplicações, esperamos encontrar informação relevante não só no nosso e-mail mas também no nosso celular e na nossa rede social favorita, ou em qualquer outro canal que decidamos utilizar.</p><p>
</p><p>
Os marketeers têm agora que prever o maior número de interações possíveis e já não são eles, os profissionais, que ditam as regras do jogo. A utilização e a integração dos novos canais de marketing é efetuada online e ditada pelas nossas preferências e comportamentos individuais enquanto consumidores.</p><p>
</p><p>
Imagine o seguinte:</p><p>
</p><p>
Sou de São Paulo, mas estou de férias no Rio de Janeiro. Um dia recebo uma newsletter falando do jogo da seleção no Maracanã. Uns minutos depois, o Ronaldo telefona me convidando para o jogo.</p><p>
</p><p>
Como isso aconteceu?</p><p>
</p><p>
Simples: a campanha foi preparada para enviar um torpedo de voz apenas a quem abriu a newsletter quando estava no Rio de Janeiro.</p><p>
</p><p>
Como vê, quem dita as regras do jogo agora é você!</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 17:07:21 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Redes sociais dão retorno ao cliente?</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4433/redes-sociais-dao-retorno-ao-clienteu.html</link>
<description><![CDATA[<p>Redes Sociais são o assunto do momento em todas as reuniões, palestras, workshops de que tenho participado nos últimos dois anos, por isso, falar aqui sobre esse tema não será nenhuma novidade. Mas o que tenho sido indagado pelos clientes é: Orkut dá retorno?</p><p>
</p><p>
Existem números que comprovam que o brasileiro é realmente o povo mais apaixonado pelas Redes Sociais em todo o planeta. Somos o principal povo da principal rede do mundo, o Orkut; em pouco mais de um ano, o Brasil assumiu a vice-liderança no acesso ao Twitter, e recentemente uma pesquisa mostrou que já somos o segundo em acesso ao Formspring, rede que chegou sem muito alarde e foi crescendo, crescendo e já foi até plataforma de lançamento do Novo Uno (Fiat).</p><p>
</p><p>
Como profissional de planejamento estratégico digital, sempre costumo dizer que, precisamos, antes, analisar o mercado e o cenário, para depois pensar na ação e aí, então, pensar no retorno dela. Por isso, separei aqui um vídeo para vocês sobre as Redes Sociais no Brasil, feito pela agência Click; são números que começam a defender uma estratégia de ativação nas redes.</p><p>
</p><p>
O Brasil sempre foi um país de grandes contrastes. Enquanto há pessoas comprando um carro de 3 milhões de reais, outros passam fome. No mundo online o contraste não ficou longe, afinal, ao passo que somos o país com maior potencial para ações online e mobile, acredito que temos os gestores mais temerosos em todo o planeta.</p><p>
</p><p>
A grande maioria das grandes marcas não está na web; claro, elas tem site, mas em tempos de web 2.0, consumidores gerando conteúdo, vídeos, fotos, celulares, games, blogs, ter um site deixou de ser presença digital, afinal, como sempre digo, o site é apenas a ponta do Iceberg.</p><p>
</p><p>
As agências começaram a planejar ações para suas marcas que tinham como grande foco as Redes Sociais, afinal, se o consumidor está no Orkut, é lá que as marcas devem estar. Mas, volto à questão: Redes Sociais trazem resultados? Em quanto tempo? Como medir? Essas três perguntas estão na boca de qualquer gestor de marca, se eles vão investir 10 ou 100 mil reais em uma ação, querem saber o que isso trará de retorno.</p><p>
</p><p>
Sinceramente, não acredito que uma ação de Rede Social sozinha traga grandes retorno ao cliente. Retorno dá, claro, mas não espere que uma ativação no Orkut ou alguns posts no Twitter resolvam um problema de vendas do cliente; importante dizer que não é porque 55 milhões de pessoas estão nas redes que todas vão acessar o perfil da BMW no Orkut ou da Coca-Cola no Facebook. Redes Sociais são feitas por pessoas que têm um interesse em comum, e o consumidor de Coca-Cola pode não ser o mesmo da BMW e vice-versa.</p><p>
</p><p>
Redes Sociais devem fazer parte de uma estratégia maior de presença digital, devem ser uma das ações dentro do ambiente online, assim como games, blog, otimização no Google ou presença em buscadores de preço.</p><p>
</p><p>
O consumidor está em vários pontos de contato na web em busca de relacionamento, pesquisas e novidades; logo, a marca tem que estar nesses pontos, afinal a melhor maneira de encontrar o consumidor é ser encontrado por ele.</p><p>
</p><p>
Uma promoção no Twitter pode gerar resultados imediatos a marca, como qualquer promoção, mas não se pode acostumar seus seguidores com promoções em cima de promoções, ou a marca vai ganhar seguidores apenas atrás de um brinde e não com a intenção de compra; para ações que se medem retorno, as vendas são o 1º, mas não único, fator a ser analisado.</p><p>
</p><p>
Muitas ações em Redes Sociais ainda dependem da mídia de massa, desde comerciais na TV ao banner na home de portal; esses investimentos aumentam os gastos da marca, logo, é necessário vender mais para cobrir o investimento e ainda fica a dúvida: será que a ação sozinha traria retorno, ou as vendas foram geradas pelo estimulo da mídia de massa?</p><p>
</p><p>
Na minha opinião, e nos últimos 12 meses, meu blog foi um caso de aprendizado. Redes Sociais dão retorno, sim, desde que o projeto seja de longo prazo, a marca gere conteúdo relevante e se preocupe em se relacionar com o consumidor primeiro, para depois lhe oferecer um produto. Com essa ação de longo prazo, e que tenha conteúdo, as marcas vão conseguindo mais seguidores, seu site será mais acessado e com isso será mais relevante para o Google, aumentando o Page Rank e melhorando a posição na busca natural. Mais pessoas vão indicando a amigos o site ou produto.</p><p>
</p><p>
O gestor, mensurando cada passo do internauta, vendo o sucesso da marca na web, começa a querer investir mais no meio, assim, campanhas de Links Patrocinados (uma ação para respostas rápidas) são colocadas no ar, essa ação gera mais resultado e, com isso, sites e portais (compra de banner) entram no mix de comunicação digital da marca. Através das Redes se entende a cabeça do consumidor (fator de eterna busca pelos profissionais de planejamento) e pode ser criado um até um game baseado no desejo de interação do consumidor com a marca.</p><p>
</p><p>
Percebe como tudo é um ciclo e que para as Redes Sociais darem retorno ao cliente elas devem fazer parte de uma estratégia global de presença digital da marca? Mas no paradoxo da comunicação, dando ou não resultados, estar nas Redes Sociais é imprescindível, tem que estar, porque se o Google ainda é a primeira fonte de busca de uma marca pelo usuário, as Redes Sociais são a segunda.</p><p>
</p><p>
As Redes Sociais começam a "andar sozinhas" quando a marca já possui milhares de seguidores fieis que seguem, interagem, conversam e repassam as informações que a marca produz para sua rede de amigos; por exemplo, o Danilo Gentili (CQC) tem aproximadamente 670 mil seguidores no Twitter; nesse caso só o microblog deve gerar resultados, pois em um show que ele faça em São Paulo, onde cabem 100 pessoas no Teatro, por exemplo, um Tweet dele dizendo que dará o show consegue vender todos os ingressos em minutos, não apenas pelos 670 mil seguidores dele, pois nem todos são de São Paulo, mas a quantidade de RTs (retweets) que ele gera faz com que em poucos minutos milhares de pessoas sejam impactadas e com isso comprem os ingressos do show dele.</p><p>
</p><p>
Danilo Gentilli, e podemos aqui tratá-lo como uma marca, não passa o dia se vendendo; ele é bem ativo em seu Twitter e passa mais tempo publicando uma piada, brincando com os outros membros do CQC, falando de coisas do cotidiano do que sobre seus shows; por ser um comediante, e hoje estar entre os principais do país, tendo a força do CQC ao lado (com mais de 320 mil telespectadores), ele consegue estar entre os principais nomes do Twitter em termos de seguidores do país; entretanto, para uma marca chegar a isso, ainda vai levar muito tempo.</p><p>
</p><p>
Talvez, um exemplo de ROI sobre Redes Sociais seja o caso da Dell. Em 2009, a empresa fez um estudo que o seu Twitter economizou 4 milhões de reais em ligações do Call Center em todo o planeta; a Dell também vendeu muitos computadores pelo Twitter, mas para ter o número de seguidores que eles têm (DellOutlet com mais de 1,5 milhão de seguidores), suas ações geraram mídia espontânea em vários veículos do mundo. Mais uma vez, vemos o apoio da mídia tradicional as ações de Redes Sociais, mas dessa vez, sem gastar nada em veiculação.</p><p>
</p><p>
Em resumo, Redes Sociais sozinhas não geram um retorno satisfatório às marcas. Em alguns casos, mal pagam o investimento que feito, mas como já disse, estar fora da web é perder um enorme potencial de relacionamento. Ah, claro, de vendas também.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:09:52 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4432/internet-3g-ja-supera-banda-larga-fixa-no-brasil,-diz-estudo.html</link>
<description><![CDATA[<p>O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.</p><p>
</p><p>
Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.</p><p>
</p><p>
“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.</p><p>
</p><p>
Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.</p><p>
</p><p>
Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil</p><p>
</p><p>
Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior. </p><p>
</p><p>
“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.</p><p>
</p><p>
No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.</p><p>
</p><p>
Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.</p>]]></description>
<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 17:55:10 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title>Otimização de snippet nas SERP</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4431/otimizacao-de-snippet-nas-serp.html</link>
<description><![CDATA[<p>Quem deseja brigar pelas melhores posições do Google tem que vencer a concorrência nos mínimos detalhes. Por isso, a cada dia, o trabalho de otimização de sites se torna mais e mais complexo. Mais do que nunca e hoje ainda menos do que no futuro, SEO é uma disputa que se faz nos mínimos detalhes.</p><p>
</p><p>
Um ponto importante que passa desapercebido para muita gente são as páginas de resultado.</p><p>
</p><p>
Saiba, entretanto, que as SERP (search engine result pages, ou "páginas de resultados de buscadores", em tradução livre) são um fator muito importante de posicionamento.</p><p>
</p><p>
Por exemplo, um site que está há anos na primeira posição para determinada palavra-chave dificilmente sairá dela, ainda mais se tem uma boa taxa de aceitação; mas isso não significa de forma nenhuma que você não possa brigar por tal palavra.</p><p>
</p><p>
CTR de snippet em SERP</p><p>
</p><p>
Snippets de SERP são nada mais que as descrições de um site nos resultados de busca. Basicamente, o título, a descrição do conteúdo e a URL.</p><p>
</p><p>
É claro que o Google leva em conta o CTR (Click-through rate, ou taxa de clique) das SERP no seu algoritmo; é como no AdWords: um anúncio com melhor CTR que outro pode aparecer na frente de outro menos clicado e pagando um valor mais baixo de CPC.</p><p>
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Otimização de snippet em SERP</p><p>
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O snippet de SERP deve ser como um anúncio de links patrocinados ou de qualquer outro meio: precisa atrair o usuário e ser relevante. Mas como fazer para que ele atraia mais cliques que os snippets da concorrência? Vamos ver.</p><p>
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Nós sabemos que o título do anúncio do AdWords ou de um snippet orgânico é o principal fator que leva a um clique. Se uma pessoa está pesquisando pelo iPhone um resultado, seja orgânico ou patrocinado, que tenha a palavra-chave iPhone no título, teoricamente terá muito mais cliques que um anúncio com celular no título, que por sua vez terá mais cliques do que um anúncio que use o nome da loja no título. O segredo é ser contextual e relevante.</p><p>
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A importância de cada parte de um snippet</p><p>
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&bull; Título do snippet - idealmente, ele deve ter 70 caracteres. Não é necessariamente ruim que ele contenha mais do que isso, mas nunca use algo exagerado. Pense que se você usar mais do que 70 caracteres, nem todo o texto aparecerá ali.</p><p>
&bull; Descrição - as descrições, que são geradas automaticamente pelos mecanismos de busca ou com a ajuda da meta description, devem ter 156 caracteres. É bem verdade que muitas pessoas sequer olham esse detalhe e clicam só pelo título do resultado, mas é indispensável contemplar o usuário mais atento, porque este poderá influir no seu ranking para todos os usuários. Colocar-se no lugar desse público e pensar em como chamar a sua atenção é o segredo: seja objetivo, sucintamente mostre o que você oferece naquela página (sem jamais tentar enganar) e revelando uma vantagem única, o diferencial de sua página.</p><p>
&bull; URL -  é importante que uma URL seja o mais curta possível e com densidade de palavra-chave, sobretudo para atrair a atenção. Se a sua página é sobre o iPhone, use iPhone na URL (se tiver no domínio, pode ser melhor ainda). Não vou discorrer muito sobre as URLs porque seria preciso pelo menos um artigo para falar delas. Se tiver alguma dúvida, pense na Wikipédia quando criar suas URLs.</p><p>
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Acompanhar resultados</p><p>
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O Google Webmasters fornece estatísticas sobre as vezes que seu site apareceu nas SERP e também o CTR. Acompanhe os resultados de seu site e também no Google Analytics ou qualquer outra ferramenta de web analytics. Descubra os títulos que trazem mais visitas qualificadas e jamais se iluda com a quantidade: melhores visitas são melhores do que muitas; mas tanto melhor ser forem muitas melhores!</p><p>
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Conclusão</p><p>
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Repito o que já disse em outro artigo, Web analytics é fundamental em estratégias de SEO. Você só poderá saber se seus snippets estão melhores ou piores quando puder medir a qualidade deles. Há diversas ferramentas disponíveis no mercado, algumas gratuitas e excelentes; duas das quais eu mencionei acima.</p><p>
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Além do mais, sempre faça testes com seus snippets nas SERP e nunca deixe de acompanhar os resultados. Descubra como em um site você pode trazer visitas mais qualificadas e quais resultados acontecem quando você usa este ou aquele snippet. E lembre-se da regra de ouro: cada caso é um caso, o que vale para um site pode não valer para outro.</p>]]></description>
<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 17:11:52 GMT</pubDate>
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<title>Publicidade online e da TV, mais próximas em 2014</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4429/publicidade-online-e-da-tv,-mais-proximas-em-2014.html</link>
<description><![CDATA[<p>A receita de publicidade da Internet deverá se equiparar à da televisão em 2014 como as únicas mídias a faturar mais de 100 bilhões de dólares, segundo pesquisa divulgada na terça-feira (15/6) pela empresa de consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC).</p><p>
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A mesma pesquisa aponta que, até 2014, a publicidade online vai superar a da mídia impressa. Em 2014, o setor de Internet deverá girar 34,4 bilhões de dólares em anúncios, segundo a PwC, enquanto a publicidade de jornais e revistas movimentará 22,3 bilhões de dólares.</p><p>
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As projeções fazem parte do estudo Global Entertainment & Media Outlook 2010-2014, produzido pela PwC e que tem seus dados organizados em quatro regiões: América do Norte, Europa-Oriente Médio-África, Ásia-Pacífico e América Latina. </p><p>
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O relatório prevê que mercado de mídia e entretenimento da América Latina será o de crescimento mais acelerado em todo o mundo nos próximos cinco anos. O mercado latinoamericano deverá crescer a uma taxa composta anual de 8,8%, chegando a 77 bilhões de dólares em 2014 – o crescimento médio global no período, afirma a PwC, será de 5% anuais.</p><p>
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Para muitos segmentos, o acesso à Internet será um fator chave para gastos com mídia e entretenimento, aponta a PwC. Os gastos globais com acesso cabeado e móvel à Internet saltarão de 228 bilhões de dólares em 2009 para 351 bilhões em 2014.</p><p>
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O mercado de videogames, por sua vez, deverá crescer de 52,5 bilhões em 2009 para 86,8 bilhões em 2014, a uma taxa composta anual de 10,6%. Para a PwC, este será o segmento de maior crescimento depois da publicidade na Internet.</p>]]></description>
<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:34:19 GMT</pubDate>
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<title>Twitter lança serviço de geolocalização integrado com Foursquare</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4428/twitter-lanca-servico-de-geolocalizacao-integrado-com-foursquare.html</link>
<description><![CDATA[<p>Depois de meses de rumores, está pronta a nova atualização do Twitter. Chamada de "Places", a funcionalidade permite ao usuário adicionar endereços e locais ao tuíte, além de destacar os posts de pessoas que estão próximas.</p><p>
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Segundo post no blog oficial do serviço (blog.twitter.com), a novidade estará disponível até o fim da próxima semana para todos os países que têm acesso sao Twitter.</p><p>
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Uma lista pública será gerada com os tuítes de cada local. o "Places" também exibe pontos de interesse, inclundo restaurantes, lojas e cafés.</p><p>
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O Foursquare e Gowalla, dois serviços de geolocalização, terão integração total com o Twitter. Check-ins feitos em qualquer um dos dois sites poderão ser publicados automaticamente no microblog, e vice-versa.</p><p>
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Os usuários poderão postar as mensagens com geolocalização do Internet Explorer, Chrome, Safari e Firefox.</p>]]></description>
<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 16:52:31 GMT</pubDate>
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<title>HTML 5: conheça a linguagem que vai revolucionar sua navegação na web</title>
<link>http://www.clickweb.com.br/noticias/4427/html-5u-conheca-a-linguagem-que-vai-revolucionar-sua-navegacao-na-web.html</link>
<description><![CDATA[<p>Quebrar as barreiras de compatibilidade na exibição de vídeos via internet, aprimorar o uso offline de aplicações web e exibir gráficos interativos com facilidade no browser estão entre os avanços permitidos pela evolução de uma linguagem que ficou uma década sem atualização, o HTML 5.</p><p>
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A quinta versão da linguagem de desenvolvimento HyperText Markup Language (HTML), responsável por organizar e formatar as primeiras páginas que visitamos na internet, é a grande aposta de empresas como Google, Mozilla, Apple e Opera para levar as aplicações à web. A versão final mais recente da linguagem é o HTML 4.0.1, aprovado em 1999.</p><p>
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"Por isso o frisson em relação ao HTML 5. A linguagem ficou muito tempo sem evoluir e as pessoas adotaram maneiras alternativas de resolver os problemas de programação na web", afirma o professor do departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP), Marco Aurélio Gerosa.</p><p>
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A evolução do HTML influi na forma como os navegadores fazem a leitura dos códigos de programação e montam as páginas web para o internauta.</p><p>
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Apesar de o HTML não ter mudado desde 1999, já passamos por uma boa e recente transformação na forma como escrevemos páginas Web, conta Rodrigo Leme, coordenador de projetos web da agência Espiral Interativa. “Há aproximadamente quatro anos, praticamente todos os sites eram ‘diagramados’ com a utilização do recurso de tabelas do HTML. Com a demanda por páginas mais leves, mais rápidas e com mais recursos, passamos a usar apenas a linguagem Cascading Style Sheet (CSS) para cuidar da parte visual de um site, deixando assim o HTML apenas com o conteúdo estruturado”, explica.</p><p>
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Agora com o conteúdo mais estruturado e, com a continuidade da evolução da web, na qual a organização de conteúdo (web semântica) passou a ser ponto chave, as linguagens de desenvolvimento sofreram uma carência de recursos.</p><p>
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“A coisa mais simples que posso citar é a enorme falta de tags (marcações ou orientações para que o navegador saiba como exibir uma informação) para podermos estruturar as páginas de forma mais concisa e que essas façam mais sentido para que os mecanismos de busca exibam resultados ainda melhores”, afirma Leme.</p><p>
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Com a chegada do HTML 5, o gerente de projetos ainda destaca a oferta de interfaces de programação de aplicações (APIs, na sigla em inglês) para o desenvolvimento de aplicações no browser como acesso offline, recursos gráficos 2D – por meio da tecnologia Canvas - e para áudio e vídeo. “Elas vêm para quebrar o paradigma de que o browser é simplesmente um ‘exibidor de páginas’”, afirma.</p><p>
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"O HTML 5 oferece uma experiência de web mais rica para usuários e ferramentas adicionais a desenvolvedores, que podem criar aplicações mais complexas com base em um conjunto de padrões abertos", explica Alejandro Villanueva, responsável pelo relacionamento com comunidades de desenvolvedores do Google na América Latina, em entrevista ao IDG Now!. </p><p>
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Multimídia</p><p>
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O avanço na programação de vídeos é o principal destaque do HTML 5. A nova versão da linguagem contempla uma série de tags para objetos multimídia como vídeos, arquivos de áudio e gráficos vetoriais - incluindo animações em linguagem Flash -, que se adaptam ao formato da tela e não precisam ser redesenhados.</p><p>
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Para serviços de vídeos como o YouTube, do Google, o HTML 5 quebra barreiras de compatibilidade com os programas que exibem vídeos em diferentes navegadores. </p><p>
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O Google publicou na internet um protótipo do YouTube baseado em HTML 5 e recentemente fez uma série de demonstrações da aplicação do HTML 5 em seu site de vídeos durante a conferência Google I/O, para desenvolvedores. "Embora seja uma versão experimental do YouTube, ela se mostra bastante promissora" comenta Villanova. </p><p>
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Aplicações offline</p><p>
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Na avaliação do professor Gerosa, a principal mudança provocada pelo HTML 5 será a forma de armazenar os dados na máquina do usuário. "Com o HTML 5 é possível armazenar dados na máquina do cliente, sem que eles tenham de ser guardados no servidor web" afirma.</p><p>
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A mudança também facilita a criação de novas aplicações online que funcionam enquanto o usuário está desconectado e depois são sincronizadas via internet, como o Google Gears, que permite a sincronização de aplicações offline dos programas do Google Apps.</p><p>
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O interesse do Google no HTML 5 se explica pela evolução dos serviços baseados na web - não mais no desktop - já que o HTML 5 conta com tags (marcações) que facilitam o desenvolvimento de aplicações que rodam em servidores web. "É possível criar uma aplicação em interface web com recursos de arrastar e soltar, por exemplo", destaca Gerosa.</p><p>
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Compatibilidade</p><p>
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Para que os avanços do HTML 5 sejam vistos pelos internautas é necessário criar navegadores compatíveis com a nova linguagem - o Safari 4, da Apple e o novo Firefox 3.5 (ainda em versão beta), prometem compatibilidade. Já nos browsers mais antigos, provavelmente as tags do HTML 5 serão ignoradas, afirma o professor Gerosa.</p><p>
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O navegador Chrome, do Google, já conta com tags de video derivadas do HTML 5 e o Internet Explorer 8, da Microsoft, também apresenta funções da nova linguagem como armazenamento local de dados para acesso offline e navegação na linguagem Ajax.</p><p>
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"Embora o HTML 5 ainda tenha de percorrer um longo caminho para ser finalizado, o Google Chrome já implementou partes da linguagem, incluindo tags de vídeo e suporte à tecnologia Canvas", observa Villanueva.</p><p>
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O HTML 5 ainda está em testes - sua versão mais recente foi apresentada em janeiro deste ano pelo World Wide Web Consortium (W3C),  grupo responsável por desenvolver tecnologias que sejam compatíveis para promover a evolução da web. A versão final do HTML 5 está prevista para 2012, mas a comunidade de desenvolvimento trabalha com o W3C para adiantar o cronograma.</p><p>
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Com a evolução da linguagem, na opinião dos especialistas, os navegadores passam da categoria de meros mostradores de páginas para completos ambientes de desenvolvimento. “Isso, na prática, coloca em risco a existência dos sistemas operacionais completos. Afinal, qual será a necessidade deles em um mundo onde iremos fazer tudo dentro do navegador?” conclui Rodrigo Leme.</p>]]></description>
<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 17:56:08 GMT</pubDate>
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</channel>
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